quarta-feira, 27 de abril de 2011

Convite aos Artistas Plásticos da Costa do Descobrimento

Em comemoração ao dia do Artista Plástico, o Centro de Cultura de Porto Seguro está propondo uma mostra coletiva de artes plásticas da Costa do Descobrimento.

Para isto estão sendo selecionadas obras de artistas desta região, que serão expostas de 09 de maio a 09 de junho de 2011 no Centro de Cultura de Porto Seguro.

A quem interessar, deve-se entrar em contato com Miriam Silva, Coordenadora do Centro de Cultura de Porto Seguro, através dos telefones: (73) 9984 1807 ou 3288 1388.

*O Dia do Artista Plástico foi escolhido como uma homenagem ao pintor José Ferraz de Alencar Junior, nascido no dia 08 de maio de 1851, na cidade de Itu, estado de São Paulo. Almeida Junior teve uma carreira rica, estudou na Academia Imperial de Belas-Artes, onde foi aluno de Victor Meireles. Obteve, também, formação na Escola Superior de Belas-Artes de Paris e faleceu, tragicamente, no dia 13 de novembro de 1899, em Piracicaba-SP.

FONTE: Raquel Galvão, Representante Territorial de Cultura - Extremo Sul/Secretaria de Cultura do Estado da Bahia - Superintendência de Cultura.

HISTÓRIAS DA GENTE – O ofício de marisqueira

Uma das indústrias mais produtivas e lucrativas de Caravelas foi durante muito tempo a pesca, principalmente do surubim, da garoupa, do cação e é claro, da baleia, da qual se consumia a carne e também se extraía o óleo que era utilizado como combustível para iluminação das casas e ruas, como lubrificante, na confecção da argamassa para assentamento de tijolos e blocos, na fabricação de sabão e até mesmo margarina. Hoje, mesmo com a crescente pressão sobre os recursos naturais, a degradação ambiental e o pouco apoio dos governos, que fazem com que a renda dos pescadores artesanais diminua a cada ano, a pesca artesanal ainda representa mais de 50% da produção de produtos da pesca no Brasil.





Em algumas regiões como no Nordeste, a importância dessa atividade é enorme, tanto em número de pessoas empregadas quanto na contribuição para a segurança alimentar, pois a pesca e a mariscagem garantem às populações locais uma fonte de proteína mais segura que as regiões rurais, muitas vezes castigadas pela seca e pela desertificação. A falta de emprego nessas áreas atrai um número cada vez maior de pessoas para atividades extrativas e pesqueiras, aumentando ainda mais os conflitos e causando uma diminuição de renda ainda maior. Entre os grupos sociais mais afetados estão as mulheres, que vivem, na maioria dos casos, do extrativismo e beneficiamento de moluscos, garantia de um complemento para a renda familiar.


Aqui na Barra algumas centenas de marisqueiras trabalham diariamente na limpeza de camarões, siris e outras espécies, ofício realizado de modo artesanal e com baixa remuneração, mas essencial para a comercialização destes produtos pelos frigoríficos locais. A maioria delas aprendeu ainda criança o ofício de marisqueira e o consideram essencial para o complemento da renda familiar e melhoria da qualidade de vida de suas famílias. Joelma, de 29 anos, revela gostar muito do que faz, pois o dinheiro que entra é utilizado no dia a dia para as pequenas emergências e necessidades dos filhos. Em média, cada marisqueira consegue filetar de 12 a 20 quilos de camarão por dia, recebendo R$ 1,20 por quilo.



Quando questionadas sobre o trabalho, uma questão que chama atenção é a incerteza da renda e necessidade de criação de outras alternativas, pois na entressafra, em função do período das chuvas, ou no período do defeso, o trabalho diminui muito. Além das dificuldades e problemas, um ponto que chamou muito a nossa atenção foi o aspecto social do trabalho, que, além de ser predominantemente feminino, é desenvolvido de forma coletiva, permitindo momentos de conversa e troca de experiências entre as mulheres. Ao redor da mesa os vínculos afetivos se fortalecem e valiosas lições surgem do fato de estarem todas buscando fazer o melhor, mesmo nas circunstâncias mais difíceis da vida.



FONTE: Texto de Adriene Coelho, publicado pelo Jornal O Samburá, Edição 24, de Fevereiro/Março de 2011.

domingo, 24 de abril de 2011

Feliz Pascoa!!!!!

Páscoa é ajudar mais gente a ser gente, é viver em constante libertação, é crer na vida que vence a morte. Páscoa é renascimento, é recomeço, é uma nova chance pra gente melhorar as coisas que não gostamos em nós. Para sermos mais felizes por conhecermos a nós mesmos mais um pouquinho e vermos que hoje somos melhores do que fomos ontem. Quero uma verdadeira Páscoa, pois com ela temos vida plena. A justiça social prevalece; a impunidade deixa de existir; o idoso não padece na fila do INSS; a criança não vai para a rua; o negro não é discriminado e o índio tem de volta suas terras; Os pequenos agricultores(as) possam ter uma vida digna... Quero uma Páscoa, para o salário ser bem mais real; a corrupção ser investigada e eliminada. Assim o pobre não precisará ser nenhum artista para ter direito a moradia, escola e o pão de cada dia... Quero uma Páscoa onde nossos Rios não sejam agredidos pelos grandes projetos de morte; “ “Ainda quando nos chamem de loucos, ainda quando nos chamem de subversivos, comunistas e todos os adjetivos que se dirigem a nós, sabemos que não fazemos nada mais do que anunciar o testemunho subversivo das bem-aventuranças, que proclamam bem-aventurados os pobres, os sedentos de justiça, os que sofrem.”

FONTE: Texto de D. Oscar Romero, escrito em 1977, enviado por Pe. João Carlos, da CPT BR 163.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Movimento Arte Manha

O que acontece quando os artistas se reúnem e tornam-se "os comunitários"? Quando o seres criativos remexem o caldeirão das raízes e percebem que vale a pena acender as luzes, fazer o tambor, fazer barulho com as cores, se olhar no espelho e se admirar ?

Surgem grupos, movimentos vivos, pontos de cultura que pouco a pouco tentam resgatar os talentos, tradições de nosso maravilhoso património imaterial.
Na pequena cidade de Caravelas, no extremo sul da Bahia, temos assistido um trabalho que serve de exemplo para uma nova política cultural. Uma nova ordem marcada pela autenticidade, uma cultura que só se realiza com autonomia, resgatando o direito de se manifestar pelas próprias crenças, valores e senso político.
O Arte Manha apostou nisso em 25 anos de atividades que se confunde com militância pelo resgate e valorização das tradições afroindígenas. Tem mostrado que através da arte e da comunicação é possível se fazer visível, sem disfarces, e participar da construção uma política cultural democratizada, é possível produzir cultura, e reaparelhar uma industria cultural solidária e participativa.
Tudo começou com a inquietação e o talento de uma família de artistas natos: os irmãos Dó, Dedé, Jaco Galdino, Preto, Luciana, Cristiane Santana e Dadá. Desenho, música, dança, articulação do pensamento, resistência, política comunitária, produtos culturais, comunicação, assim foi se pautando o movimento da cultura como prioridade, o exercício da autonomia comunitária, e a valorização da ecologia e da cidadania.
Uma produção cultural apoiada na diversificação de atividades e no apuro técnico encontrou caminhos para a produção cultural, revelou talentos em diversas áreas, e, sobretudo, recriou a militância cultural no extremo sul da Bahia. E é assim que esse movimento de dentro para fora tem reforçado o novo paradigma cultural, o paradigma dos comunitários.
Em 2002, o Arte Manha foi reconhecido como Ponto de Cultura, e passo a passo vem abrindo caminho para sua produção cultural, articulando com o governo, realizando parcerias e buscando apoio para implantar sua própria industria cultural. Já possuem uma sede com diversas atividades regulares e estão construindo instalações para o Cine Clube Caravelas e uma industria comunitária de Ecodesigner.
É preciso destacar que os trabalhos do Arte Manha quebram o tabú de que o que é artesanal, rústico, feito pelos comunitários, não tem o mesmo nível técnico dos trabalhos dos profissionais formados nas academias tradicionais. Vemos que os comunitários estão redescobrindo o fazer bem feito, o fazer melhor, buscando qualidade e se valendo da técnica. Os comunitários não se fecham, aldeias e terreiros abrem as portas para o mundo, eles querem se apresentar, se comunicar, querem aprender e estão prontos para ensinar.
O mais importante é que essa arte está a serviço dela própria, da comunidade, dos marginalizados, dos esquecidos, dos mais pobres, dos menores, dos descendentes da escravidão, dos que foram historicamente excluídos. Uma arte humana, expressão, manifestção e vozes da reconstrução da identidade brasileira.

São muitos os trabalhos do grupo, seja no Grupo Umbandaum, nos estudos de antropologia cultural, nas atividades do Ateliê Astucia, no toque ecoartesanal das peças, no Jornal Timoneiro, nos filmes e documentários, nas exibições do Cine Clube Caravelas, ou nas encubadoras de industrias culturais como o Eco Designe.

Precisamos destacar que o movimento acertou em investir em comunicação, através do jornal O Timoneiro, uma experiência de comunicação coletiva, e através do produção de filmes. Segundo Jaco Galdino, o Arte Manha já foi muito marginalizado, mas hoje se consolidou como um espaço permanente de manisfestação da arte, cultura e comunicação popular.
O Arte Manha é um movimento nativo que deve ser respeitado, imitado e replicado, tranformando os inúmeros recantos dessa Bahia e país imensos, em seleiros de criação, revelação de talentos, e reafirmação da diversidade cultural na identidade brasileira.




FONTE: Disponível no Blog Acorda meu Povo. Para ler a matéria completa clique aqui.

domingo, 17 de abril de 2011

Artigo divulgado no Boletim Interno do ICMBIO sobre o aniversário do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, leia:

Primeiro parque nacional marinho do Brasil completa 28 anos


Beleza exuberante - Foto de Marcello Lorenço
No dia 6 de abril, o Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, a primeira UC dessa categoria no Brasil, completou 28 anos de criação. Seu nascimento, em 1983, representou um marco para a conservação marinha no país. Desde então, os 88.250 hectares da unidade ajudam a proteger a região com a maior biodiversidade marinha no Atlântico Sul. Durante este mês o Parque comemora seu aniversário com várias atividades, que se integram às do aniversário da cidade baiana de Caravelas e aos eventos realizados pela Marinha do Brasil pelo aniversário de 150 anos do Farol de Abrolhos.

Desde o início da semana mostras de vídeo estão sendo realizadas em Porto Seguro, Arraial D´Ajuda, Trancoso, Prado, Alcobaça, Caravelas e Nova Viçosa. Entre os vídeos estão o institucional do Parque, sobre as áreas marinhas protegidas da região e campanhas do Ministério do Meio Ambiente, além de produções do Cineclube Caravelas como Não Mangue de Mim e Mokussuy. Na semana que vem acontece uma oficina de grafite para pintura do Centro de Visitantes em parceria com o Movimento Cultural Arte Manha.

No dia 22 o Parque realiza uma Limpeza de Praias nas ilhas do arquipélago em conjunto
com a Marinha do Brasil e as operadoras de turismo de Abrolhos.

Na semana seguinte acontece uma oficina de planejamento da gestão da unidade em conjunto com as instituições parceiras e um forró no restaurante O Pesqueiro, empreendimento comunitário da Associação dos Pescadores de Caravelas - Apesca.
A programação se encerra no dia 30 com a noite em homenagem aos Povos do Mar, reconhecendo pessoas exemplares quanto à conduta na conservação da região dos Abrolhos, com entrega de certificados e o lançamento do CD Cantos e Encantos do Mar, produzido pelo grupo cultural Umbandaum com apoio da Associação de Estudos Costeiros e Marinhos - Ecomar.

Relevância Ecológica e Econômica
O arquipélago de Abrolhos causou curiosidade a Charles Darwin, que o visitou em 1832. Além de resguardar porção significativa do maior banco de corais e da maior biodiversidade
marinha do Atlântico Sul, o Parque dos Abrolhos protege algumas das principais áreas de reprodução das baleias-jubarte, que migram para o banco para ter seus filhotes.

É também a única região do planeta onde é possível encontrar o coral Mussismilia  braziliensis, conhecido por coral-cérebro por seu aspecto peculiar. Espécies de tartarugas-marinhas ameaçadas de extinção como as tartarugas de couro, cabeçuda, verde e de pente também se refugiam no Parque, além de aves como a grazina e os atobás. Em um levantamento da biodiversidade do Banco dos Abrolhos, publicado em 2006 pela ONG Conservação Internacional, foram registradas aproximadamente 1.300 espécies na região, 45 delas consideradas ameaçadas, segundo listas da IUCN e do Ibama. Muitas dessas espécies
ocorrem na área do Parque.

Segundo estimativas baseadas em monitoramento de desembarque pesqueiro, a pesca nas regiões vizinhas ao Parque movimenta mais de R$ 100 milhões por ano, o que representa 10% da receita da atividade no Brasil. Por se tratar de um local seguro para a procriação de inúmeras espécies, a UC assegura a presença delas também fora dos seus limites, contribuindo para manter ativa a pesca, meio de subsistência para cerca de 20 mil pessoas na região.

O turismo é outra expressão da importância econômica do Parque, que recebe cerca de cinco mil visitantes todo ano. Outras oito mil pessoas dos municípios do entorno visitam anualmente o Centro de Visitantes em Caravelas. O fluxo turístico gerado pelo Parque garante centenas de empregos em hotéis, pousadas, restaurantes e demais atividades ligadas ao setor. Segundo dados do Prodetur, o turismo representa 20% do PIB dos municípios da Costa das Baleias, zona turística correspondente ao litoral do extremo sul da Bahia. Em 2000, a atividade gerou uma receita de R$ 65,3 milhões para os municípios da região, com uma renda estimada de R$ 10 milhões para a população residente.

Pesquisas da Bahiatursa apontam que mais de 90% dos turistas que visitam a Costa das Baleias têm como motivação principal os atrativos naturais. As águas claras de temperatura
amena, naufrágios e a rica fauna marinha fazem do Parque dos Abrolhos a atração mais importante da região e um dos melhores pontos de mergulho no mundo.
Centro de Visitantes - Foto do Arquivo ICMBio


















Link para ler o ICMBIO Em Foco completo, aqui.

FONTE: Do Boletim Interno do ICMBio, nº 141 - Ano IV- Brasília, 15/04/2011.

sábado, 16 de abril de 2011

Terminal de Barcaças da Fibria registrou em março o menor tempo de carregamento de barcaças de madeira


O Terminal de Barcaças da Fibria localizado em Caravelas (BA) alcançou uma marca histórica durante o mês de março. Foram carregadas 40 barcaças com uma média de 11 horas e 56 minutos cada, o menor tempo já registrado desde que o Terminal começou a operar. Até então, a melhor marca havia sido registrada em dezembro de 2010, com uma média de 12 horas e 27 minutos de carregamento por embarcação.

Atualmente o modal marítimo é responsável pelo abastecimento de 25% da madeira consumida nas três fábricas da Fibria, na Unidade Aracruz, desempenhando um importante papel socioambiental. Em 2010, o volume transportado em barcaças correspondeu a quase 86 mil viagens de caminhões tritrens (ida e volta).

Para ler a matéria completa, clique aqui.

FONTE: Portal N3

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Argumentos da Rede Sul da Bahia e de uma Coalizão de ONGs ganham ainda mais força com decisão do Governo baiano em mudar o local do Complexo Porto Sul


A exclusão definitiva da Ponta da Tulha, em Ilhéus, como local para instalação do Complexo Intermodal Porto Sul, foi recebida de forma positiva pela Rede Sul da Bahia Justo e Sustentável e pela Coalizão de ONGs nacionais e estrangeiras que a apóia. A decisão do Governo da Bahia com esta atitude reconhece a relevância socioambiental da Ponta da Tulha, apontada por vários estudos científicos, e acata o parecer do IBAMA pela busca de uma opção locacional.

Essa primeira conquista revela a dimensão dos cuidados que se deve ter e reforça a importância do embasamento técnico para viabilizar a infraestrutura necessária ao crescimento do País. De forma sustentável.  Por esse motivo, mantém-se o alerta para a necessidade de realizar estudos que identifiquem os impactos à biodiversidade local e às atividades econômicas já em andamento.

Para Renato Cunha, Coordenador Executivo do Grupo Ambientalista da Bahia (Gambá) e coordenador da Rede Sul, a mudança de localidade deve ser analisada com cautela, uma vez que altera-se apenas 5 km do local cogitado anteriormente (mais próximo, inclusive, da área urbana de Ilhéus). “Apesar do governo reconhecer a necessidade de mudança do projeto, conforme recomendação do IBAMA e dos especialistas que estudaram a área, deve-se considerar a extensão dos impactos de um complexo dessa dimensão para a região. Temos muitas dúvidas em relação à nova localidade e estamos abertos para discutir junto com a sociedade e com o governo essa possibilidade. Certamente houve um avanço, pois o olhar se voltou para a questão da preservação dos recifes de corais e da biodiversidade”.

Cunha ainda alerta para a complexidade dos estudos a serem realizados. “Novos estudos deverão ser realizados, os quais demandarão mais tempo e muito mais dinheiro, incluindo uma minuciosa avaliação do impacto que a operação ferroviária causará à Mata Atlântica. Até o momento, os problemas ligados à infraestrutura da FIOL (pátio de trens, sistema de recepção de vagões e de descarga dos vagões) e à dispersão de pó de minério transportado em vagões abertos não foram adequadamente analisados, nem nos estudos ambientais, conduzidos pela Valec, nem nos do Porto”, diz.

Para Que Não Se Esqueça

O Complexo Intermodal Porto Sul inclui a implantação de um porto público, de um terminal portuário privado, da Ferrovia da Integração Oeste-Leste (FIOL), de um aeroporto e uma base siderúrgica na região cacaueira e turística do município de Ilhéus. De acordo com a Secretaria de Planejamento da Bahia (SEPLAN), a FIOL será construída por consórcios privados contratados pela estatal Valec, pagos com recursos públicos do PAC na ordem de R$ 6 bilhões, sendo R$ 2,3 bilhões para o trecho Caetité – Ilhéus.

A Coalizão e a Rede Sul têm mostrado, e serão ainda mais atuantes neste sentido, que existem alternativas econômicas a serem reforçadas no Sul da Bahia pela busca do pleno desenvolvimento sustentável em toda essa região, equilibrando os aspectos econômicos, sociais e ambientais. A atividade econômica regional, que se apóia na Mata Atlântica e em modelos interconectados a ela, está baseada em duas de suas principais vocações naturais, a turística e a cacaueira, as quais incluem os negócios focados no turismo ecológico e de aventura e a produção de chocolate baseada no conceito de eco-desenvolvimento.

Além disso, pode-se expandir o setor da pesca; que emprega hoje diretamente cerca de nove mil pessoas no município de Ilhéus, ampliar os projetos de silvicultura e o desenvolvimento industrial do pólo de tecnologia, já em operação na região. Essas atividades são capazes de gerar empregos que atendem a demanda da região, oferecendo um salto de renda para a população local. Já a instalação das Zona de Processamento de Exportação (ZPE) é uma forma de atrair investimentos que respeitem a cadeia produtiva regional e gerem alternativas de emprego e renda para o Sul da Bahia.  A ZPE é formada por distritos industriais incentivados, e as empresas que ali decidirem se instalar contarão com o benefício da suspensão de impostos e liberdade cambial, além de procedimentos administrativos simplificados. Da sua produção total, 80%, obrigatoriamente terão como destino o mercado externo, e os 20% devem ser comercializados no mercado doméstico, pagando-se neste caso integralmente os impostos que são cobrados nas importações.

De acordo com um estudo de avaliação do Porto Sul feito em 2009 pela Fundação Vanzolini, o uso dessas ferrovias e portos públicos já existentes pode reduzir o custo da obra em cerca de 60%, permitindo uma alocação mais eficiente e imediata de recursos para a população local. Tanto é relevante manter as vocações naturais da região, que foram feitos investimentos importantes nos últimos anos, inclusive pelo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) por meio do PRODETUR (Programa de Desenvolvimento do Turismo), focado na indústria do turismo e para o plantio / beneficiamento do cacau. 

Impactos socioambientais

Na localidade anterior, o Complexo Porto Sul exigiria a construção de um quebra-mar de 1,5 km de extensão por 366 m de largura na base e 27m de altura e uma esteira de 2,3 km, a 10 metros de altura, cortando a costa para transportar o minério de ferro do retroporto até o ponto de chegada dos navios. Todo o processo destruiria a vasta variedade de corais e vida marinha presentes nesta região, por conta também do afundamento médio de cerca de 5 metros do fundo do oceano. Além disso, um total de 2.400 hectares de Mata Atlântica e mangues a apenas 16 km do centro de Ilhéus, na região da Ponta da Tulha, seriam devastados para receber um porto de escoamento do minério de ferro proveniente da BAMIN.

* A Coalizão é formada por ONGs nacionais como SOS Mata Atlântica, WWF, Greenpeace, Instituto Socioambiental (ISA), Conservação Internacional do Brasil, Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPE), Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, entre outras.
** A Rede Sul da Bahia Justo e Sustentável conta com a participação de ONGs baianas - Ação Ilhéus, Instituto de Estudos Socioambientais do Sul da Bahia, Grupo de Ambientalistas da Bahia (GAMBÁ) e Instituto Floresta Viva.

FONTE: Enviado por Robson Falcão, do Jornal Comunitário Samburá, de Barra de Caravelas


MST já ocupa 40 fazendas na Bahia

A coordenação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na Bahia anunciou ontem (14) que já foram ocupadas 40 propriedades de terra na Bahia, durante o chamado Abril Vermelho, jornada de luta em favor da reforma agrária.


Cerca de três mil militantes continuam acampados no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador, à espera de uma definição da pauta de reivindicações, que contém 15 itens. De acordo com o coordenador do MST no estado, Marcio Matos, a Bahia é a unidade federativa brasileira com o maior número de famílias de trabalhadores rurais sem terras acampadas: 25 mil.
A questão da reforma agrária voltou a ser pautada em uma reunião com o ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria Geral da Presidência, nesta quarta, em Brasília. No encontro, o governo se comprometeu em dar uma resposta sobre as reivindicações do movimento até o dia 2 de maio. Até lá, segue a agenda de ocupações do Abril Vermelho, que além reivindicar a reforma agrária no país, marca a passagem dos 15 anos do massacre de Eldorado dos Carajás, quando 19 manifestantes foram mortos pela Polícia Militar do Pará em uma fazenda.
FONTE: Imagem e texto do site PortoNewsNet, aqui.

Cisne Branco virá para os 150 anos do Farol de Abrolhos

Cisne Branco da Marinha - Foto da Internet
Cisne Branco da Marinha - Foto da Internet

Chamou a atenção de moradores e turistas em Porto Seguro essa semana, a presença do navio “Cisne Branco”, ancorado nas águas do rio Buranhém. A imponente embarcação anunciava a presença, na cidde, do alto comando da Marinha. Eles vieram para a abertura das comemorações dos 150 anos do Farol dos Abrolhos, marcada pela realização de vários eventos em todo o Estado. Em Porto Seguro foi realizada uma solenidade na Cidade Histórica, dia 06 de abril, seguida de um coquetel no Hotel Vela Branca. No dia seguinte, o prefeito de Porto Seguro, Gilberto Abade e demais autoridades foram convidados para um almoço no navio “Cisne Branco”

Na solenidade da Cidade Histórica estavam presentes o prefeito Abade; o comandante do 2º Distrito Naval, vice-almirante Carlos Autran do Amaral; o embaixador de Portugal no Brasil, João Paulo Guerra Salgueiro; o cônsul geral de Portugal em Salvador, José Manoel Lomba; o capitão de Fragata, André Moraes Ferreira; o comandante da Capitania dos Portos de Porto Seguro, Jorge Cordeiro; o comandante da Aeronáutica, Major Faiolo; o comandante do Corpo de Bombeiros, tenente coronel Estrela; o comandante da Polícia Ambiental, major Câmara; o delegado da polícia Federal, Ariovaldo Renovato; o cônsul de Portugal em Porto Seguro, Moacir de Andrade, além de secretários municipais e outras autoridades de Porto Seguro e da Bahia.

Herança cultural

Para marcar a data, Moacir de Andrade entregou ao comandante do 2º distrito naval uma placa comemorativa. O prefeito Abade se disse honrado de estar recebendo tantas autoridades em Porto Seguro. “Temos orgulho de sermos descendentes dos portugueses, um povo pacífico, que nos deixou muitas heranças, uma cultura rica e principalmente a nossa língua”, declarou. Durante o evento, os visitantes assistiram ainda a apresentações de maculelê e capoeira, com o grupo Arte Brasil e a uma dança de boas vindas executada pelos pataxós, que através do índio Burianã deram as boas vindas aos convidados em patchorã, a língua pataxó.

O comandante do 2º Distrito Naval, Carlos Autran, lembrou a passagem de Américo Vespúcio pelo arquipélago dos Abrolhos, em 1503, “quando começou a ser contada a história de uma das mais belas regiões do nosso país”. Segundo ele, cumprindo determinação do imperador D. Pedro II, em 1861 foram vistos os lampejos do farol que até hoje ilumina os nossos mares. Segundo o comandante, desde essa época, o número de acidentes marítimos foi reduzido quase a zero.

O vice-almirante defendeu a necessidade dos faróis para a navegação, mesmo com os equipamentos modernos, como o GPS, “que está sujeito a panes”. Carlos Autran destacou a importância da “amazônia azul”, o mar, para a humanidade. E lembrou que as comemorações dos 150 anos do Farol dos Abrolhos incluem ainda limpeza das praias, exposições, concursos de redação e abertura do Farol da Barra, em Salvador, para a visitação pública. Ele agradeceu ao apoio incondicional que o prefeito Abade sempre presta à Marinha e concluiu que “só aqueles que conhecem a imensidão do mar sabem o que essa luz do farol significa”.

FONTE: Do site PortoNewsNet, também disponível no CaravelasNews.

Fábio Negrão é o novo Secretário de Turismo

 
Fábio Negrão em um dos seus cursos para a comunidade
Fábio Negrão em um dos seus cursos para a comunidade

Com a saída de Moema Chimento no dia 29/12/2010 a cidade de Caravelas estava com essa cadeira vazia, mas nesta segunda-feira, 11/04, a população recebeu a informação de que Fábio Negrão assumirá tal obrigação.
Fábio Negrão já é conhecido de todos mediante seu trabalho como mergulhador e cinegrafista/diretor de cinema e vídeo. Fábio participa ativamente das atividades voltadas ao turismo de nossa cidade através das atividades de mergulho. Fábio é pedagogo com especialização em ensino de mergulho, supervisão e orientação escolar.

Conforme divulgou o site CaravelasNews, o novo secretário terá uma tarefa árdua pela frente, que é alavancar o turismo em nossa cidade. Sabemos que Caravelas não tem apenas Abrolhos como produto, o que falta é divulgação dos outros roteiros já que Caravelas é rica em belezas naturais.
FONTE: Disponível no site Caravelas News, aqui.

Sobre a reunião do Conselho Deliberativo da RESEX Corumbau






A convite do ICMBio e da chefia da RESEX, aconteceu em Cumuruxatiba nos dias 26 e 27 do mês de março a 33ª reunião do Conselho Delibarativo da Resex Corumbau.
 
Houve a participação dos conselheiros de todas as comunidades, representantes das ONGs que compõem o conselho, como o Instituto Baleia Jubarte e a Conservação Internacional, representantes dos pescadores e marisqueiras e grupos locais, como o pessoal do grupo Tanara, que ficou responsável por preparar um momento cultural e de entrosamento entre as comunidades.
 
Juntamente com a reunião foram realizadas oficinas de capacitação do conselheiro (a) visando o melhor entendimento do papel dos Conselheiros e do Conselho. Os temas abordados foram:
# O papel do Conselho e dos Conselheiros;
# Aprovação do novo Regimento interno ;
# Construção do plano de ação do Conselho.
 
Foram apresentados slides com alguns momentos marcantes que aconteceram na Resex durante esses 11 anos. Momentos de união, felicidade, luta e de brigas, brigas essas pelos direitos e melhorias. Também foram exibidas as edições 1 e 2 do jornal Comunitário Tanara, terminando a noite com um bom e agradável forrozinho.

FONTE: Blog Tanara, disponível aqui.  

Restaurante O Pesqueiro: nova opção de restaurante e de renda em Caravelas

Moqueca de robalo e de badejo, escabeche de sarda e catado de caranguejo são algumas delícias que podem ser apreciadas com vista para o Rio Caravelas e diante de um belo pôr do sol no restaurante O Pesqueiro. Inaugurado em fevereiro, o local é o primeiro empreendimento comunitário realizado pelo Projeto Caravelas Empreendedora, no município de Caravelas.
 
Voltado tanto para turistas quanto para a própria comunidade, o restaurante tem capacidade para cerca de 100 pessoas e é uma iniciativa da Fibria em parceria com a Associação de Pescadores de Caravelas (Apesca) e a Colônia de Pescadores Z-25. O objetivo é beneficiar social e economicamente os pescadores locais e auxiliar na comercialização do pescado, já que a prioridade é abastecer o local com peixe adquirido de pescadores locais.

“Compramos frutos do mar toda semana e procuramos adaptar alguns pratos, como a moqueca, de acordo com o que os pescadores trazem do mar. Assim os peixes utilizados são sempre frescos”, disse Clarisse Costa, responsável pela cozinha do restaurante.
O coordenador do Projeto Caravelas Empreendedora, Kléber Saúde, afirma também que a Associação de Pescadores de Caravelas, que administra o restaurante, prioriza a contratação de familiares dos pescadores locais para atuar no local. “Empregando os familiares da comunidade pesqueira, contribuímos para ampliar a renda deles e ainda contamos com o atendimento especializado, de quem entende do que está servindo”, observou.
Ele destacou ainda que o resultado financeiro do empreendimento será revertido à própria comunidade pesqueira. “Além da renda ser revertida para a Associação de Pescadores, o diferencial do restaurante comunitário é que o local pode se tornar uma fonte de relacionamento entre os pescadores e a comunidade de Caravelas”, completou.
Caravelas Empreendedora: o projeto Caravelas Empreendedora visa apoiar a atividade pesqueira em Caravelas, além de disseminar o empreendedorismo na comunidade por meio da estruturação de uma cadeia produtiva de pescado.
FONTE: Disponível no Portal N3

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Abrolhos hoje na TV

Hoje (07/04) vai ao ar a segunda temporada do programa Globo Mar, um programa da TV Globo que busca apresentar aos brasileiros histórias e aventuras relacionadas ao mar.

No episódio de hoje pode-se acompanhar um navio de pesquisa ao largo do arquipélago de Abrolhos, a cerca de 70 quilômetros do sul da Bahia. E quem participa desta aventura é o ator Thiago Lacerda, junto com a repórter Glenda Kozlowski.

A bordo de um minisubmarino, capaz de descer a quase mil metros, a equipe do Globo Mar acompanhou um grupo de pesquisadores na primeira coleta de corais de águas profundas já realizada no Brasil, um dos objetivos desta pesquisa é descobrir novos remédios.

 
Para saber mais e ver outros vídeos relacionados a esta matéria, acesse a página do programa, aqui.

Mais sobre o filme Itajara e a Fantasma do Farol

Está sendo gravado desde a segunda quinzena de março deste ano, em várias localidades da região de Caravelas, o filme Itajara e a Fantasma do Farol, que está sendo feito em homenagem aos 150 anos do Farol de Abrolhos e conta a história de um aprendiz de faroleiro da Marinha do Brasil, que durante seus estudos na academia militar, se encontra com uma fantasma no Farol de Abrolhos. O instrutor do curso aproveita o episódio para contar aos alunos a lenda sobre essa fantasma, que veio ao Brasil há 150 anos quando o Farol de Abrolhos chegou à ilha Santa Bárbara vindo da França de navio ainda no reinado de D. Pedro II, onde a fantasma esperava o momento para iniciar a sua busca no “Tempo” pelo grande amor de sua vida – o índio Itajara, que morreu nas águas do Rio Caravelas (Ilha do Cassuruba) quando se apaixonou pela jovem Maria da Graça (a fantasma).

Nesta lenda indígena o Itajara depois de morto se transforma em peixe “Mero” e vive nadando pelos oceanos em busca de sua amada e vivendo os problemas ambientais sofridos pelo ecossistema marinho nesses 150 anos de história, e a jovem francesa depois de morta/ fantasma, também inicia sua busca eterna pelo jovem Itajara, através das lentes do farol que iluminam a região do arquipélago dos Abrolhos.

O filme pretende abordar de forma lúdica a questão do tempo, através do protagonismo do FAROL com suas lentes de 150 anos de história observando a região dos Abrolhos e a conservação da natureza que sofre ameaças terríveis como sofrida pelos amantes da história, mas que o tempo não apaga as marcas. E a natureza através de suas entidades espirituais como Santa Bárbara sincretizada pela cultura afro-brasileira como Iansã mostram o poder do “Tempo” através dos raios e tempestades no mar.

Para o diretor Fábio Negrão, esse filme é uma homenagem aos 150 anos do Farol de Abrolhos que será comemorado no dia 06 de maio de 2011. Essa estrutura que é responsável pela segurança de todas as embarcações que estão no seu entorno. Todas as cenas serão gravadas em Abrolhos, na reserva extrativista do Cassurubá, no ambiente de praia de Caravelas e melhor de tudo que o elenco é composto por moradores de Caravelas, ou seja, um filme 100% caravelense.

Para acompanhar o andamento das gravações, acesse o canal de Itajara e a Fantasma, no YouTube, ou aqui.

FONTE: Com informações do CaravelasNews.

Fórum de Caravelas agora tem juiz

Depois de muita espera, tomou posse ontem, (06/04), no Fórum de Caravelas a juíza Drª Nemora de Lima Janssen.


Em entrevista ao CaravelasNews, Drª Nemora  disse que ainda não sabe qual é de fato a realidade do município e nos próximos dias estará se inteirando da situação da comarca, disse ainda que em breve tudo estará resolvido na medida do possível tendo em vista que uma de suas qualidades é trabalhar rápido.

A Drª Nemora falou que neste momento irá se dedicar aos processos já em andamento, mas que todos que precisarem podem procura-la para resolver os problemas de ordem jurídica, pois a justiça é um direito do cidadão. Disse ainda que não existem prioridades e todos serão tratados da mesma forma.

A principio Drª Nemora vem como juíza substituta mas nos próximos dias sairá o edital onde ela assumirá como titular de Caravelas. Drª Nemora já conhece o município, pois em 2006 atendeu a comarca como juíza substituta.

FONTE: Imagem e texto disponíveis no site Caravelas News, clique aqui.

Sobre o período do Defeso do Camarão

Desde o dia 1º de abril até 15 de maio está sendo realizada a primeira fase do defeso do camarão, ficando proibidas as atividades de captura, conservação, beneficiamento, comercialização ou industrialização do camarão rosa, camarão sete barbas e camarão branco, na área compreendida entre os estados de Pernambuco, Alagoas, Sergipe e municípios de Mata de São João e Camaçari na Bahia.

O objetivo é a proteção dos camarões jovens, em fase de recrutamento e desova, com qualquer petrecho de pesca, ficando as pessoas físicas ou jurídicas que se utilizam dessas atividades, responsáveis por fornecer às Superintendências do Ibama nesses estados, até o último dia que antecede o período (31/03), a relação detalhada do produto estocado.

O descumprimento da portaria sujeitará os infratores às penalidades previstas na Lei n.º 9.605/98 (Lei de Crimes Ambientais) e no Decreto n.º 6514/2008. A multa para esse crime varia de R$ 700,00 a R$ 100 mil e poderá haver perda da embarcação, dos petrechos de pesca e do produto e o cancelamento da licença de pesca, além de os infratores serem responsabilizados por processo criminal instaurado pelo Ministério Púbico Federal.

Mais informações aqui.


28º aniversário do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos

Com o objetivo de proteger a região de maior biodiversidade marinha do Atlântico Sul, foi criado em em abril de 1983 o primeiro Parque Nacional Marinho do Brasil, o PNM Abrolhos, que fez ontem 28 anos.

Com 88.250 hectares, a UC ajuda a proteger o banco dos Abrolhos, maior banco de corais do Atlântico Sul.

Várias atividades estão previstas para acontecer nos próximos meses, pois além do aniversário do Parque, quem também vai comemorar idade nova é o Farol de Abrolhos, que comemora 150 anos em maio. 
 
Veja a programação abaixo:
 
(Clique na imagem para ampliar)

Programa Globo Mar grava em Abrolhos


A segunda temporada de Globo Mar, comandada por Glenda Kozlowski e Ernesto Paglia, que se revezam nas apresentações do programa, retorna à grade da Globo na quinta-feira (7), a partir das 23h55.

No primeiro programa, Glenda e sua equipe foram para Abrolhos, na Bahia e Thiago Lacerda foi convidado para a aventura. A repórter e o ator desceu em águas profundas para explorar a vida marinha e conhecer o complexo de corais e recifes mais importantes do Atlântico Sul. Esta foi a primeira vez que uma emissora de televisão pôde gravar imagens tão profundas do lugar.

Thiago e Glenda entraram em uma espécie de redoma de vidro, na qual podiam ver as maravilhas do lugar. A atração vai mostrar os bastidores da aventura.

FONTE: Imagem e texto disponíveis no site CaravelasNews, clique aqui.