quinta-feira, 27 de março de 2014

Documentário da TV francesa sobre riscos do petróleo em Abrolhos está disponível


O programa foi exibido no Canal France3, no início de fevereiro deste ano no programa "Thalassa", que é especializado nos temas relativos ao mar e oceanos. O link para acessar: http://www.france3.fr/emissions/thalassa/reportage-or-noir-et-sable-blanc_167768

Na visita do repórter François Cardona, correspondente para a televisão francesa no Brasil, em Caravelas, que aconteceu em agosto de 2013 foram entrevistadas algumas lideranças comunitárias, além de gestores públicos e outros profissionais sobre o risco da exploração de petróleo nas proximidades do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Centro de Referência Regional em Saúde do Trabalhador realiza palestra para trabalhadores da área de saúde de Caravelas



Parceria entre a Prefeitura Municipal de Caravelas através da Secretaria de Saúde e o Centro de Referência Regional em Saúde do Trabalhador (CEREST) proporcionou aos funcionários da área de saúde do município nesta terça feira (25) uma palestra sobre acidentes do trabalho e contaminações.

Realizada no Auditório da Câmara Municipal de Vereadores, a palestra foi ministrada pela enfermeira Polyana Martins, que deu ênfase no artigo 19 da Lei nº 8.213/1991,  que trata dos acidentes “que ocorrem pelo exercício do trabalho dos segurados, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho”. 

Para a Previdência Social, também são considerados como acidentes do trabalho os ocorridos no trajeto entre a residência e o local de trabalho do trabalhador; a doença profissional, assim entendida e produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade; e a doença do trabalho, adquirida ou desencadeada em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente. O CEREST tem sua sede em Teixeira de Freitas desde 2004 e atende aos trabalhadores de 21 municípios da região.

FONTE: ASCOM Prefeitura Municipal de Caravelas.

terça-feira, 18 de março de 2014

Bahia será contemplada com equipamentos da Rede Nacional de Monitoramento de Qualidade das Águas do Brasil

Nesta quinta-feira, 20 de março, a Agência Nacional de Águas (ANA) lançará a Rede Nacional de Monitoramento de Qualidade das Águas (RNQA) em evento em Brasília, a partir das 10h. A Rede busca monitorar, avaliar e disponibilizar à sociedade as informações de qualidade das águas superficiais e gerar conhecimento para subsidiar a gestão dos recursos hídricos do Brasil. Além disso, a RNQA tem o objetivo de identificar áreas críticas em termos de poluição hídrica e de apoiar ações de planejamento, outorga, licenciamento e fiscalização das águas do País.
 
Durante o evento, acontecerá a assinatura da Carta de Compromisso para implementação da RNQA entre a ANA e as 16 unidades da Federação contempladas com os equipamentos: Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo e Sergipe. Estas são as UFs que já operam hoje redes estaduais de monitoramento de qualidade de água. Os demais estados serão contemplados nas próximas etapas de implantação da Rede.
 
O desenvolvimento da RNQA é resultado de um processo de parceria entre a ANA e diversos órgãos gestores de recursos hídricos e meio ambiente e buscou, sempre que possível, aproveitar pontos de redes estaduais de monitoramento já existentes. A meta é que até dezembro de 2020 todos os estados e o DF contem com um total de 4.452 pontos de monitoramento. Até junho, as 16 unidades da Federação receberão os equipamentos e o treinamento para operação deles, o que resultará na implementação de 1.200 pontos coincidentes com as redes estaduais já existentes e no início da expansão da operação da RNQA no País.
 
No total, a Agência Nacional de Águas investiu R$ 9,54 milhões em equipamentos a serem cedidos aos 15 estados e ao DF. São eles: medidores acústicos de vazão (83), sondas multiparamétricas de qualidade de água (46), caminhonetes 4x4 com baú adaptado (30) e barcos com motor de popa (25). Entre os equipamentos adquiridos pela ANA, os medidores acústicos de vazão são necessários para calcular a carga de um determinado poluente ou substância num manancial. As sondas multiparamétricas de qualidade da água permitem a determinação, em campo e em tempo real, de importantes parâmetros de qualidade das águas. Geralmente são medidos temperatura, turbidez, oxigênio dissolvido e condutividade elétrica. Tanto as caminhonetes quanto as embarcações são necessários para o transporte das equipes e dos equipamentos necessários para as análises.
 
A RNQA propõe a padronização dos dados coletados, dos procedimentos de coleta e da análise laboratorial dos parâmetros qualitativos para que seja possível comparar as informações obtidas nas diferentes unidades da Federação. Os parâmetros mínimos a serem coletados nos pontos de monitoramento envolvem aspectos físico-químicos (transparência, temperatura da água, oxigênio dissolvido, pH e Demanda Bioquímica de Oxigênio, por exemplo), microbiológicos (coliformes), biológicos (clorofila e fitoplâncton) e de nutrientes (relacionados a fósforo e nitrogênio). Todos os dados obtidos pela RNQA serão armazenados no Sistema de Informações Hidrológicas (HidroWeb), da ANA, e serão integrado ao Sistema Nacional de Informação sobre Recursos Hídricos (SNIRH).
 
Programa Nacional de Avaliação da Qualidade das Águas (PNQA)
 
A RNQA é o principal eixo do Programa Nacional de Avaliação da Qualidade das Águas (PNQA), cujo objetivo é melhorar a informação sobre qualidade de água no Brasil, de forma a subsidiar os tomadores de decisão na definição de políticas públicas para a recuperação da qualidade das águas, contribuindo com a gestão sustentável dos recursos hídricos. Hoje a ANA possui Acordos de Cooperação Técnica assinados com os 26 estados e o Distrito Federal para a implementação do PNQA.
FONTE: Texto de Raylton Alves, da ASCOM/ANA, disponível também aqui. 

Governo do Estado convida para III Salão do Turismo em Salvador


quarta-feira, 12 de março de 2014

Feira de flores em Teixeira de Freitas


Entrevista com Amyr Klink: “O Brasil esqueceu do mar”

Texto de Bruno Calixto para Blog do Planeta/Revista Época.
Poucas pessoas conhecem tão bem o mar como Amyr Klink. Desde quando largou a economia e se lançou nos oceanos, Amyr já fez dezenas de viagens à Antártica, conheceu os contornos da costa brasileira e aprendeu a construir suas próprias embarcações. Nesses anos de exploração e expedições, Amyr se tornou uma testemunha de como estamos mudando o mundo – ele critica desde a quantidade impressionante de lixo despejado no mar até a paralisia da política brasileira para a navegação. 
Amyr Klink estará em Belo Horizonte, no dia 12 de junho, durante o 11º Seminário Meio Ambiente e Cidadania, para falar sobre as mudanças climáticas na visão do viajante. Ao Blog do Planeta, ele falou sobre sua experiência e sobre a difícil relação do povo brasileiro com a água. “Acho que houve um momento da nossa história que a gente esqueceu do mar”.
Blog do Planeta – Nós sempre vemos a questão das mudanças climáticas retratada na visão de cientistas, de biólogos, de políticos. Mas nunca ouvi um relato sobre isso na visão do viajante. Como é essa questão na visão do viajante?
Amyr Klink – Eu tenho uma experiência de 27 anos de viagens à Antártica. Em termos científicos, não quer dizer nada, mas nós começamos a perceber mudanças de alguns anos para cá. É impressionante ver o quanto acelerou a deterioração de todos os produtos de polipropileno, que é muito sensível aos raios ultravioletas. Todas as faixas, cabos, velas, que há 15 anos duravam quatro, cinco temporadas na Antártica, hoje duram apenas uma temporada. Há dez anos, era inimaginável encontrar ventos de 110 nós, que são quase 200 km/h. Nós temos contato com fenômenos que mostram que existe uma parcela de responsabilidade nossa. Quanto, eu não sei. A Terra já foi mais quente, já foi mais fria. Mas é fato que uma parte das alterações é de nossa responsabilidade. Eu também tenho o privilégio do convívio com pesquisadores que estão estudando a Antártica, estão falando de sustentabilidade e dos problemas climáticos. Uma coisa interessante é que nem tudo é consenso ente eles. Outro aspecto é que, conversando com eles, vemos que há muita baboseira publicada na imprensa em geral, muita informação torta.
Blog do Planeta – Esse contato com os pesquisadores é na base brasileira da Antártica?
Klink -
 Na verdade, o Brasil não tem base na Antártica. A base brasileira fica numa ilha subantártica. Acho que o Brasil já tem status geopolítico para ter uma base no continente antártico, mas ainda não tem. A base brasileira eu não frequento tanto. É um lugar onde as condições climáticas são muito instáveis, é um péssimo lugar para ancorar barcos. Tenho mais contato com os pesquisadores das bases continentais, ao longo de toda a península antártica.
O que é bacana no nosso caso é que somos o único grupo que viaja regularmente para a Antártica com equipamento próprio. O Brasil não tem equipamento próprio, os navios brasileiros são feitos na Noruega. Nós projetamos e construimos as embarcações especificamente para esse tipo de viagem. Meu barco Paratii 2, por exemplo, foi feito para encalhar. Usamos técnicas de ancoragem de menor impacto. O barco encalha com a maré sobre uma pedra ou numa praia, e podemos passar períodos com condições adversas sem correr riscos. O resultado é um grau de observação dos fenômenos climáticos diferente. Em um ano na Antártica, podemos observar nevascas, os processos de degelo. A Antártica é interessante porque é uma espécie de memória dos processos climáticos da Terra. Ao longo do tempo você percebe que cada coisa que foi para lá continua lá, cada fenômeno que acontece lá continua lá.
Blog do Planeta – Você deve ter observado também situação de lixo, de poluição do mar.
Klink – 
Sim, é visível, e você não precisa ir para para a Antártica ver isso. Pelo menos no aspecto visual, você percebe quando passa na frente da Bacia do Prata, na foz do Capibaribe, ao largo do litoral de Santos. Mas essas observações visuais são só uma parte do problema. Nós temos outros problemas, como acidez, poluição química, que não são visíveis. E aí os meus olhos não têm nenhuma importância.
Blog do Planeta – Sempre que falamos de meio ambiente aqui no Brasil, nós focamos mais na questão da Amazônia. Eu fico com a sensação que a questão do mar, dos oceanos, sempre fica meio de lado. Como você a nossa relação, a relação do brasileiro, com o mar?
Klink – 
Acho que houve um momento da nossa história que a gente esqueceu do mar. Eu vejo isso na cultura, na arquitetura. No Rio de Janeiro, vemos as pessoas na praia, mas não no mar. Brasileiro gosta de praia, mas de mar mesmo, eu não sei. Na arquitetura colonial, as cidades viraram de costas para o mar. Nós usamos o mar como depósito de lixo. É como se tivéssemos medo do mar. É verdade que, em muitos aspectos, nós temos um mar mais pobre. Nós estamos na descida quente do anticiclone do Atlântico Sul, e as partes quentes são menos ricas em nutrientes do que as frias. Também tem o fato que nosso litoral não tem tantas possibilidades. Ainda assim, temos o privilégio de ter bacias hidrográficas que antes de chegar ao mar atravessam o país, e uma posição estratégica em relação ao mar que não é valorizada.
Blog do Planeta – O que significa dizer que nosso litoral não tem tantas possibilidades?
Klink – 
Nós não temos muitas baías. O Brasil tem grandes extensões de litoral. Por exemplo, todo o litoral do Rio Grande do Sul é uma grande praia. Mas o mesmo Rio Grande do Sul tem a entrada para a Lagoa dos Patos, que é um ativo importante. Porto Alegre, uma cidade que tem “porto” no nome, está castrada pela legislação dos portos. Há descaso com o litoral de Santa Catarina, que foi ocupado indiscriminadamente, com a baía de Santos. São problemas que se repetem em todas as cidades do país.
Blog do Planeta – Qual a causa desses problemas? É uma falha da administração pública?
Klink -
 É uma questão de gestão pública, mas também de cultura. É impressionante como a gente hostiliza tudo o que está ligado à água. A legislação é péssima no Brasil. A gente aplica as leis ambientais e de proteção pasteurizadamente, indiscriminadamente. Não pode chegar no mar? Errado. Tem lugares com caracteristicas que devem ser exploradas e aproveitadas, e tem outros lugares que devem ser definitivamente preservados. Mesmo quando a legislação tem aspectos positivos, esses aspectos não são cumpridos. A lei obriga que as barragens construam eclusas. No rio Tocantins, foram feitas barragens mas não as esclusas. A hidrovia Tietê-Paraná, que tem dois mil quilômetros de malha navegável, está totalmente subutilizada. É muito descaso por parte do poder, e também por parte da população, que não mostra interesse. Mas eu não sou um pessimista. Eu acho que a gente ainda vai voltar a abrir os olhos para o potencial marítimo e hídrico do Brasil. 
Blog do Planeta – Há casos onde as coisas estão funcionando?
Klink – 
O que está funcionando, hoje, funciona por causa da iniciativa privada. São grupos econômicos que não estão esperando um burocrata do governo se alfabetizar, que estão tomando medidas próprias. O setor do agronegócio tem iniciativas interessantes para usar as hidrovias. A tecnologia evoluiu, não há tanto risco de contaminação dos rios, e já vemos empresas de celulose, de soja, utilizando a malha hidroviária. O que eu lamento é que isso só está acontecendo em uma escala empresarial muito alta. As pequenas prefeituras, pequenas iniciativas de turismo e lazer ainda não acordaram para isso.
Blog do Planeta – Quer dizer, estamos desperdiçando esse potencial até mesmo para turismo.
Klink - O governo ainda não acordou para o turismo. As praias do nordeste estão imundas. Nós gostamos de dizer que as praias brasileiras são as mais bonitas do mundo, mas não é verdade. O potencial que temos para o turismo não está na beleza das praias. A nossa beleza é o conjunto de atributos. São praias charmosas, serra, floresta, e principalmente o atributo humano, que acho muito valioso. O Brasil tem estabilidade institucional, um povo alegre, e não pratica um turismo de plástico como é no Caribe ou no Mediterrâneo, onde tudo já está moldado. Esse é o patrimônio brasileiro, mas a gente não se dá conta disso.
Blog do Planeta – Você tem uma casa em Paraty que não tem energia elétrica, não tem estrada. Por quê?
Klink -
 É uma casinha fora da cidade, sem luz, sem estradas. É uma propriedade grande, com grutas, áreas verdes, são áreas importantes. Eu quero mostrar, com essa propriedade, que é possível ser economicamente viável sem ter que incorporar esse modelo que eu abomino de condomínios, verticalização. Eu não permito passagem de estrada e meus vizinhos também não querem estrada. Muita gente acha que é uma casinha isolada. Não é. O caminho já está feito, é o mar. Eu vou da porta da minha casa pra cidade, para a Antártica, para Nova York, Sidney, pelo mar. É a casa mais conectada do mundo, mesmo não tendo estrada ou sinal de celular. 
FONTE: Disponível no Blog do Planeta, aqui. 

Carnaval em Abrolhos foi marcado por turismo, atividades de fiscalização e pesquisa

Turistas que procuraram tranquilidade e mergulhos fantásticos no Carnaval encontraram no Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, extremo sul da Bahia

Turistas fazendo trilha na Ilha Siriba no Parque Nacional Marinho dos Abrolhos/ Imagem: Arquivo ICMBIO.
Durante o feriado do Carnaval 2014 o Parque Nacional Marinho dos Abrolhos recebeu uma quantidade de visitantes acima da expectativa. Os grupos estiveram tanto na área do arquipélago formado pelas cinco ilhas de origem vulcânica, quanto no seu Centro de Visitantes, área bastante freqüentada pela comunidade local e onde é possível observar uma réplica em tamanho natural de uma baleia Jubarte, receber informações sobre a unidade e participar de caminhadas por trilhas educativas. No Centro de Visitantes foram registradas 740 visitas e no Parque Nacional foram registradas 319 visitas.

No belíssimo arquipélago situado a cerca de 70 km da cidade de Caravelas/BA, foi possível realizar passeios de um a três dias de duração, com direito a apreciação da fauna local, visita ao farol da Marinha do Brasil e mergulhos fantásticos nas águas mornas e limpas para admirar recifes de coral extremamente conservados, naufrágios e chapeirões, que são colunas coralíneas que crescem sobre o fundo do oceano em forma de cogumelo e podem alcançar mais de 20 metros de altura e cerca de 50 metros de diâmetro no topo. Os chapeirões do sul da Bahia são únicos no mundo.

Enquanto os turistas mergulhavam por recreação, o pesquisador e estudante de doutorado Tiego Luiz de Araújo, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte realizava a pesquisa do Projeto Raia de Fogo, que busca fazer uma avaliação filogeográfica desta espécie para uma conservação eficiente. Segundo Tiego, a intenção era coletar amostras biológicas de pelo menos 20 animais em 25 dias, meta cumprida em cerca de uma semana de pesquisa, mostrando a riqueza local e dando indicações da conservação do ambiente.

A bordo da Lancha Patrulha SEAP 11 a equipe da UC esteve fiscalizando a área do Parnam durante o período e nenhum barco foi flagrado cometendo irregularidades na ocasião, mas segundo o chefe da unidade, Ricardo Jerozolimski, a atenção continua e a fiscalização será uma prioridade neste ano, inclusive em ações conjuntas com as demais unidades da região, como a Resex do Corumbau e Resex do Cassurubá.

FONTE: Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, também disponível aqui.


Link para o vídeo do Programa Aprovado sobre o Carnaval de Caravelas 2014

http://redeglobo.globo.com/ba/redebahia/aprovado/videos/t/edicoes/v/carnaval-de-caravelas/3202844/

quinta-feira, 6 de março de 2014

TV Globo Bahia vai exibir matéria sobre o Carnaval de Caravelas

Vai ao ar na  manhã do próximo sábado (8) no Programa Aprovado, da Rede Bahia de Televisão, afiliada da Rede Globo, um especial sobre o Carnaval caravelense, mostrando esta festa tão especial onde imperam os blocos culturais e as escolas de samba, uma tradição de quase um século.

Colagem de imagens dos mestre sala e porta bandeira Coroa e Imperial e Irmãos Portela 2014 e imagens antigas do arquivo da Fundação Benedito Ralile retratando desfile de blocos e carro alegórico da década de 60.
A equipe esteve em Caravelas durante o feriado e acompanhou a preparação para os desfiles das escolas de samba Coroa Imperial e Irmãos Portela, de alguns blocos culturais tradicionais, além de entrevistar personagens importantes desta que é uma das maiores festas de Caravelas, quando a cidade recebe cerca de 30 mil visitantes que lotam as ruas do centro histórico com suas ruas estreitas e casarões antigos.

Além das belas imagens da festa deste ano e das entrevistas com o articulador cultural Dó Galdino e os atuais presidentes das escolas de samba, o programa vai relembrar os antigos carnavais da cidade, trazendo imagens históricas cedidas gentilmente por moradores locais e pela Fundação Benedito Ralile, que guarda um precioso acervo de imagens históricas da cidade. Um registro importante e imperdível!

O Programa Aprovado vai ao ar todos os sábados às 8 da manhã no Canal da Rede Bahia de Televisão.


FONTE: Secretaria de Turismo e Esportes de Caravelas

quarta-feira, 5 de março de 2014

Monitoramento Independente da Cobertura Vegetal do Extremo Sul da Bahia

A Fibria Celulose S.A., a Suzano Papel e Celulose S.A. e a Veracel Celulose S.A., em atendimento à deliberação conjunta do Fórum Florestal do Sul e Extremo Sul da Bahia, Conselho do Mosaico de Áreas Protegidas e Subcomitê da Reserva da Biosfera do Extremo Sul da Bahia, financiarão processo de Monitoramento Independente da Cobertura Vegetal do Extremo Sul da Bahia. Para tanto tornam públicas duas chamadas para seleção de melhor proposta técnica e comercial, nos termos dos editais. 


FONTE: Fórum Florestal do Sul e Extremo Sul da Bahia

domingo, 2 de março de 2014

Defeso do Caranguejo-Uçá no Carnaval

Foto

Sistema de câmeras: mais segurança ao carnaval de Caravelas

Foto: Esta sendo instalado hoje o sistema de monitoramento por câmeras de alta resolução das ruas do Centro Histórico, Rua do Porto, Rodoviária e Praça do Fórum, locais onde acontecem o tradicional Carnaval de Caravelas! Excelente e inovadora iniciativa do Prefeito Jadson Ruas!! Monitoramento 24hs para proporcionar mais segurança aos foliões em parceria com a Polícia Militar da Bahia, Polícia Civil, Bombeiros, Guarda Municipal e CIPE-CAEMA! É mais segurança e tranquilidade para todos! É a prefeitura trabalhando por você!! #CarnavalCaravelas2014 #ÉpraláqueEUvou #CarnavaldaPAZ

Município inova com instalação de sistema de monitoramento por câmera e reforça parceria com Polícia Militar, Caema e Polícia Rodoviária Estadual

Segundo os dados da Polícia Militar, o índice de ocorrências policiais em Caravelas durante os festejos do Carnaval é o menor de todo o Extremo Sul Baiano. Neste ano de 2014 a Prefeitura Municipal ainda investiu na instalação de um serviço de câmeras de vigilância que vai monitorar 24 horas por dia todo o circuito do Carnaval, apoiando o serviço da Polícia Militar e mais uma vez proporcionar aos foliões o esperado Carnaval estilo família, com adultos e crianças no mesmo espaço e sem excessos.

A iniciativa foi fruto de uma determinação do prefeito Jadson Ruas, com o objetivo de oferecer, nos dias dos festejos, uma cidade segura por meio de recursos de inteligência. Ao todo são 5 câmeras de segurança com zoom de 36 vezes, acompanhadas de monitores de vídeo e mesas controladas por técnicos que funcionarão durante todos os dias da festa.

Atuando em parceria com a Polícia Militar, CAEMA e Polícia Rodoviária Estadual, a prestação deste serviço atende a solicitações de maior instrumentalização dos sistemas de segurança do circuito de Carnaval, que neste ano estima-se receber até 35 mil pessoas no dia de maior movimentação dos foliões. Diminuindo os riscos de tumulto, agressões, assaltos, tráfico de drogas, atrasos na programação e outros contratempos que terão seu tempo de resposta acelerado através da prestação deste serviço de monitoramento por câmeras no circuito da festa carnavalesca.


A folia está garantindo a diversão de sempre, com variedade de atrações culturais no centro da cidade, bairros e distritos. Além dos trios elétricos que circulam dia e noite pelo circuito da festa, estão acontecendo shows no palco, os aguardados desfiles dos grupos culturais tradicionais e Escolas de Samba, numa festa na medida certa para conquistar cada vez mais foliões de todo o país.

FONTE: ASCOM Prefeitura Municipal de Caravelas.