segunda-feira, 30 de maio de 2016

As baleias estão chegando e a despedida

Hoje (30/05) avistaram a primeira baleia Jubarte nas águas do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, o que anuncia a abertura da temporada 2016. Aproveito esse momento para agradecer a todas as pessoas que acessam este blog e aproveitam as informações disponibilizadas aqui de inúmeras formas. O conteúdo, pela utilidade, vai permanecer, mas não farei mais postagens. Foi muito bom enquanto durou, mas a vida chama para outras aventuras, o que é ótimo! Fui!


quinta-feira, 5 de maio de 2016

Fibria finaliza dragagem com novo traçado


A Fibria finalizou a operação de desobstrução do canal do Tomba, em Caravelas (BA). Essa operação, realizada anualmente, consiste na retirada de sedimentos depositados no fundo do canal, que faz a ligação entre o Terminal Marítimo de Barcaças de Caravelas e o mar aberto, com o objetivo de garantir segurança e navegabilidade. A ação neste ano possibilitou um novo traçado de navegação, o que, segundo a empresa, reduziu em 50% a área a ser dragada. O Terminal foi construído em 2003 pela Fibria para levar madeira do sul da Bahia até Aracruz (ES) onde fica uma das unidades industriais da empresa.

FONTE: Fibria Notícias - Edição 328.

Programa de Formação Ambiental da Fibria inicia ação em escolas de Caravelas e Mucuri

A Fibria iniciou na última semana de abril um programa de treinamento com professores dos municípios de Caravelas e Mucuri (BA). A iniciativa faz parte do Programa de Formação Ambiental Externo (PFA) da empresa, que envolverá 30 professores de seis escolas desses municípios. O programa também contempla os municípios de São Mateus e Jaguaré (ES), abrangendo nove escolas e 45 professores.

O objetivo do PFA é contribuir para a formação, sensibilização e mobilização das comunidades escolares com abordagem da temática dos resíduos sólidos. Na Bahia, a formação começou no dia 26 de abril, no distrito de Juerana, em Caravelas. Já no Espírito Santo, o início do programa aconteceu no dia 27 de abril, em São Mateus.

Durante a capacitação, os professores do 4º ano do Ensino Fundamental são orientados a preparar Projetos de Experiência Pedagógica, contendo ações e estratégias educacionais, a serem desenvolvidos com os alunos ao longo do ano, com o apoio pedagógico da Fibria. Além desses projetos, os professores também receberão três edições do informativo JornalEco, publicação editada pela Fibria e direcionada a alunos e professores, que aborda questões ambientais de forma didática e divertida.

Nas edições deste ano, o JornalEco abordará temas como a gestão dos resíduos sólidos em cada ambiente: em casa, na escola, na cidade, no estado e no país. Também serão trabalhados temas como reciclagem, reaproveitamento de materiais, diferenças da destinação em aterro e lixão, importância dos catadores de lixo e destinos da reciclagem em geral.

“A proposta deste programa está em sintonia com a Política Nacional de Resíduos Sólidos e utiliza a educação ambiental como instrumento de conscientização da comunidade”, explica o analista de Meio Ambiente da Fibria, Thiago Rizzo. O PFA é um programa corporativo desenvolvido em vários municípios das áreas de atuação da Fibria, incluindo São Paulo e Mato Grosso do Sul, além de Espírito Santo e Bahia.

FONTE: Pauta 6.

Suzano anuncia ampliação da fábrica de papel e celulose em Mucuri

A Suzano Papel e Celulose investirá R$ 700 milhões na expansão de sua fábrica no município de Mucuri, no Extremo Sul do estado. O projeto inclui a ampliação e modernização de setores já existentes e a implantação de uma nova linha de produção para papel tissue (para fins sanitários). O protocolo de intenções para a ampliação da unidade foi assinado pelo governador Rui Costa e o diretor-presidente da companhia, Walter Schalka, no dia 4/05, em cerimônia na Governadoria, no Centro Administrativo da Bahia, em Salvador.

Segundo o governador, o anúncio desta quarta foi resultado de uma longa negociação, porque a ampliação da empresa envolve questões de crédito tributário e incentivos do Estado. “Fizemos um esforço grande para chegar ao protocolo que assinamos hoje. É algo extraordinário, no meio desta crise, um investimento desse porte em uma região que cresce e desponta como um novo polo de desenvolvimento no Extremo Sul. Mucuri vai ser beneficiada diretamente e Teixeira de Freitas também, por ser uma cidade polo de serviços. São 1,1 mil empregos contratados para a obra, mais 50 para a operação, então temos muito a comemorar”.

Rui ainda afirmou que a Bahia está se consolidando como um estado que tem muito mais do que incentivos fiscais para oferecer. “Estamos investindo em infraestrutura e logística, melhorando a situação dos nossos portos, implantando a ferrovia. Temos, cada vez mais, mão de obra qualificada, conhecimento e integração com a universidade e a pesquisa, tudo para que a Bahia seja competitiva na atração de qualquer indústria. Estamos apoiando também a implantação do Cimatec Industrial em Camaçari, que vai possibilitar várias plantas piloto em áreas industriais e que será construído na área que era delegada à Jac Motors”.

AMPLIAÇÃO

Desde o início do ano a empresa já adquiriu equipamentos para a transformação do papel em higiênico, com capacidade de produção de 60 mil toneladas/ano. As intervenções na fábrica devem começar no próximo mês de setembro e a conclusão está prevista para o segundo semestre de 2017. Atualmente, a unidade tem capacidade de produção de 1,55 milhão de toneladas de celulose e 255 mil toneladas de papel não revestido por ano.

Investimento em fábrica de papel e celulose é de R$ 700 milhões

De acordo com Walter Schalka, o fato de a empresa estar instalada na Bahia é um dos fatores que permitem um investimento dessa proporção, neste momento de dificuldade pelo qual o Brasil está passando. “A Bahia tem todas as condições climáticas, de solo e de mão de obra para fazer isso acontecer. Estamos trazendo tecnologia, investimentos importantes e estamos confiantes. Vamos integrar a cadeia de celulose com produtos para o consumidor final. A Bahia vai deixar de ser importadora para passar a exportar papel higiênico, por exemplo”.

Segundo o diretor-presidente, além do início da produção de papel tissue, o projeto de ampliação prevê triplicar a fabricação de papel report. “Também estamos investindo em uma usina de tratamento de efluentes, que vai reduzir em 60% o que é despejado no Rio Mucuri até janeiro de 2018, e na modernização da Linha 1 de Mucuri, que é a mais antiga, aumentando a capacidade para exportação”.

EDUCAÇÃO

Durante a solenidade, o governador Rui Costa fez um convite para a Suzano aderir ao programa Primeiro Estágio, Primeiro Emprego. “No ano passado, fiz essa provocação à Boticário, que já me apresentou um prédio construído para formação de mão de obra e que em junho vai ser colocado em funcionamento. Além de espaço para os concluintes do ensino médio poderem trabalhar, vamos incentivar a juventude a estudar mais, pois a vaga será preenchida de acordo com a média da nota dos alunos, sem cotas para indicações políticas. A Suzano também vai nos apoiar na qualificação de uma escola para capacitação de mão de obra”.

Schalk aprovou a ideia. “O governador solicitou investimentos no social e na educação. Acabamos de firmar um compromisso verbal, que vai se tornar uma ação real para investimentos em escolas técnicas no Sul da Bahia, formando gente preparada para a indústria de papel e celulose. Isso é fundamental para o crescimento do Brasil”

FONTE: Texto da Secom BA.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Em Canavieiras, no litoral da Bahia, dona Naná ensina a receita do óleo de coco artesanal


Vídeo produzido pela Rede Vida onde a repórter Gláucia Chiarelli entrevista doná Naná, da Reserva Extrativista de Canavieiras, que ensina a receita do tradicional óleo de coco produzido na região.

terça-feira, 3 de maio de 2016

Povo Pataxó da TI Comexatiba cria guarda indígena, denuncia o ICMBio e exige demarcações


Entre os dias 28 e 30 de abril no município de Prado, Aldeia Alegria Nova, Terra Indígena Comexatiba, aconteceu o “Seminário Abril Indígena: Bem Viver, Territórios Regularizados: JÁ!”. Durante o encontro, os Pataxó criaram uma guarda de defesa do território, denunciaram o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), exigiram a demarcação dos territórios indígenas e se posicionaram contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff .

Contando com a participação de 130 lideranças dos povos Pataxó, Tupinambá de Olivença e Pataxó Hã-Hã-Hãe, além de parceiros e aliados: Conselho Indigenista Missionário (Cimi); Frente Nacional de Lutas (FNL) e a Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH) do Governo da Bahia. O seminário teve na sua mesa de abertura a presença dos caciques presentes no evento, além de representantes do Cimi e da FNL. 


FONTE: CIMI, Regional Leste. 

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Teixeira de Freitas terá voo direto para Salvador

A nova rota representa um importante avanço para o Extemo Sul Baiano, que conta com cerca de 500 mil habitantes de 10 municípios. Na nota divulgada pela Azul, a direção da empresa anuncia a retomada dos voos ligando Vitória da Conquista a Salvador e vôos diários de Porto Seguro a Campinas e também de Porto Seguro a São José do Rio Preto (SP)  e Presidente Prudente (SP), com estreia prevista entre abril e maio.

FONTE: Departamento de Imprensa da Prefeitura de Teixeira de Freitas.

sábado, 30 de abril de 2016

Link para o vídeo do Pertinho Daqui: Costa Dourada é um verdadeiro refúgio que fica entre ES e Bahia

Clique para assistir.
FONTE: G1/ES-TV.

Pesquisadores medem impactos do aquecimento global sobre Abrolhos - Texto O Eco

Imagens das placas de colonização instaladas nos recifes rasos de Abrolhos. Foto: Fernando Moraes/JBRJ
Apesar dos pesares, os maiores recifes do Atlântico Sul estão crescendo. Um estudo da Rede Abrolhos demonstra que, entre 2012 e 2014, cada metro quadrado ganhou 580 gramas de carbonato de cálcio por ano. A taxa é considerada, pelos autores do estudo, intermediária entre corais que já sofreram algum nível de degradação. E entre os pesares estão os efeitos do aquecimento global, que ameaçam a existência de corais em todo o mundo.

“Os recifes são organismos vivos, sempre em crescimento e suportando uma biodiversidade associada”, explica o biólogo Gilberto Menezes Amado-Filho, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro e coordenador do estudo. “Na medida em que anomalias (provocadas pelo aquecimento global) se tornam frequentes, eles param de crescer e morrem, diminuindo a diversidade e a biomassa na área”, completa.

É a primeira vez que pesquisadores medem o crescimento de recifes coralinos no Atlântico Sul e os dados vão servir de base para estudos sobre os efeitos das Mudanças Climáticas sobre a região. Durante os estudos, foi acompanhado o crescimento de organismos sobre placas artificiais montadas no ambiente. Os resultados foram publicados em 27 de abril, na revista científica on-line PLOS One.

“No Norte da Austrália, na Grande Barreira de Corais, 95% dos recifes estão sofrendo branqueamento”, destaca o pesquisador. “É como se virassem um monte de concreto sem capa viva, com menor diversidade e consequências para o ciclo de carbono e ciclos biogênicos.”.

Apesar dos dados obtidos pela Rede Abrolhos não serem tão alarmantes, a situação ainda sim é preocupante. Os pesquisadores verificaram um incremento de tufas de algas e micro-organismos após ondas de calor registradas no verão de 2013/2014. Esses tufos formam o segundo grupo mais abundante nas placas de colonização e passaram a ocupar de 1 a 4% da área total das placas em 2012/2013 para 25% no verão seguinte.

“Na medida em que a temperatura aumenta, organismos que vamos chamar de oportunistas crescem sobre os formadores e os matam, sufocam os organismos construtores”, explica Gilberto Amado-Filho. Os estudos demonstram também que algas calcárias, e não corais, são os principais formadores dos recifes.

Os pesquisadores continuam a monitorar a região de Abrolhos, com instalação de novas placas de colonização e sensores de temperatura e qualidade da água. Apesar de parte dos recifes serem protegidas pelo Parque Nacional e outras unidades de conservação, a ampliação das áreas de proteção em Abrolhos, prometida pelo Ministério do Meio Ambiente há quase uma década, ainda está parada.

FONTE: O Eco. 

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Conselho Estadual do Turismo aprova atualização do Mapa Turístico da Bahia

Os resultados do trabalho de atualização do Mapa Turístico da Bahia foram apresentados nesta terça-feira (dia 26), durante reunião do Conselho Estadual do Turismo. Dos 417 municípios baianos, 118 estão categorizados e podem ser roteirizados para atividade turística, seja pela importância de suas praias, cachoeiras ou patrimônio histórico, arquitetônico e cultural.

Presidente do Conselho, o secretário de Turismo da Bahia, Nelson Pelegrino, explicou aos participantes da reunião que os  118 municípios listados cumprem todas as exigências do Ministério do Turismo. Entre elas, a existência de órgão responsável pelo setor e dotação orçamentária para investimento na atividade turística. Após a explanação, os conselheiros aprovaram o trabalho realizado por equipe técnica da Setur.

 “Até o dia 30, enviaremos todas essas informações ao Ministério do Turismo, que consolidará os dados no Mapa Turístico Brasileiro”, disse o secretário Nelson Pelegrino. “Este trabalho é importante porque vai orientar as políticas públicas de desenvolvimento, contribuir para o  aperfeiçoamento da gestão e otimização do uso de recursos públicos”.

Para atualização do mapa, foram realizadas oficinas nas zonas turísticas, começando pela Baía de Todos-os-Santos. Em seguida, a Costa dos Coqueiros, Caminhos do Sertão, Costa do Dendê, Costa do Cacau, Caminhos do Sudoeste, Chapada Diamantina, Caminhos do Jequiriçá, Costa do Descobrimento, Costa das Baleias, Caminhos do Oeste, Vale do São Francisco, Lagos e Cânions do São Francisco.

Conselho

O Conselho Estadual do Turismo é um órgão consultivo, instalado em 2015 para propor diretrizes e auxiliar no aperfeiçoamento da Política Estadual do Turismo. Os conselheiros contribuem para a formulação de planos e programas voltados ao desenvolvimento do setor.

FONTE: Setur Bahia.

terça-feira, 26 de abril de 2016

El Niño ameaça saúde dos corais da costa brasileira

Branqueamento no Recife de Fora – abril 2016 – Taquarucu. Foto: Projeto Coral Vivo
O aquecimento anormal da temperatura do oceano causado pelo El Niño já começa a interferir na saúde dos corais do Brasil. Cálculos do NOAA (Administração Oceânica e Atmosférica Nacional, na sigla em inglês), órgão do governo americano, preveem temperatura de 0,5ºC acima da média histórica no Sul da Bahia até junho. “Para avaliar o impacto no Parque Natural Municipal do Recife de Fora (BA), estamos realizando dois monitoramentos simultâneos para interpretar os dados de maneira conjunta”, explica o biólogo Emiliano Calderon, coordenador de Pesquisas do Projeto Coral Vivo, que é patrocinado pela Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental.

A Rede de Pesquisas Coral Vivo realiza desde dezembro estudos científicos em três pontos do Recife de Fora para conhecer a resposta fisiológica das espécies, com a participação de diferentes institutos e universidades públicas. Ao mesmo tempo, outra equipe do Coral Vivo contribui com a coleta de dados para o Programa Reef Check Brasil, que é um protocolo internacional, aperfeiçoado para as condições dos recifes brasileiros, realizado anualmente para monitorar a saúde dos recifes de coral.

Colônias branqueadas no Recife de Fora

Os pesquisadores da Rede de Pesquisas Coral Vivo tem mergulhado quinzenalmente em três pontos do Recife de Fora: Funil, Mourão e Taquaruçu. No estudo de campo realizado na segunda quinzena de abril, o ponto Taquaruçu era o mais afetado com grandes colônias de corais completamente branqueadas, como os corais-de-fogo Millepora alcicornis e Millepora nitida e o coral Mussismilia harttii. “Algumas colônias do coral Mussismilia hispida também estão completamente brancas, e as demais, no geral, ainda apresentam coloração normal”, avalia Calderon.

“Além de verificar se as colônias de coral estão com branqueamento, estamos coletando amostras para análises de microbiologia e de biomarcadores enzimáticos”, explica o pesquisador Emiliano Calderon. Para completar, a cada 15 minutos equipamentos instalados no mar medem e registram a temperatura da água e guardam na memória eletrônica. Simultaneamente, na base de pesquisas, um equipamento mede a incidência da luz solar. Calderon explica que ambos parâmetros, o aumento da temperatura e a forte luz solar, estão relacionados à ocorrência do fenômeno de branqueamento. O encerramento desses estudos está previsto para maio ou até final do El Niño, quando os dados serão baixados e analisados.

Será verificado também se o branqueamento teve alguma interferência de poluentes como cobre e carbono, por exemplo, que podem potencializar o fenômeno. “O branqueamento ocorre por um somatório de fatores. Medindo esses parâmetros podemos ter mais certeza sobre o que desencadeou o problema em cada ponto”, explica Calderon.

No Brasil, as colônias costumam ter um índice de branqueamento menor do que no Pacífico, que tem águas mais claras. Em alguns eventos anteriores menos de 20% dos corais de alguns locais da costa brasileira foram acometidos enquanto no Caribe ou na Austrália chegam a mais de 80% de colônias com branqueamento. Alguns estudos apontam que, como os recifes de coral do Brasil ficam em águas mais turvas, esse ambiente mais escuro poderia funcionar como um filtro solar, sendo uma das explicações de por que os corais que ocorrem no Brasil são menos afetados pelo estresse causado pelo El Niño.

Dados do NOAA indicam área crítica no Sul de Abrolhos

As previsões dos mapas recentes gerados pelo NOAA indicam que a região ao Sul do Banco dos Abrolhos é a que mais pode sofrer com branqueamento. “Caso a pluma do Rio Doce atinja essa região neste período de El Niño, os corais já fragilizados pelo aquecimento terão mais dificuldades para se recuperar e podem não resistir”, avalia o geólogo José Carlos Seoane, membro da Rede de Pesquisas Coral Vivo e professor do Instituto de Geociências da UFRJ. “A previsão de branqueamento, que gera o alerta, é feita a partir da temperatura da superfície da água do mar, comparada à média da temperatura esperada para cada dia do ano, chamada de “climatologia”. Leva também em conta quantos dias a temperatura está acima do normal, e se a água está circulando ou parada (pela medição dos ventos)”, informa Seoane. Ele explica que todos os locais na costa brasileira com boias virtuais do NOAA estão amarelos no sistema, e isso significa estado de monitoramento. A previsão é que até junho, com até 90% de certeza, a temperatura fique 0,5ºC acima da média histórica para a data na Costa dos Corais, no Recife de Fora, em Abrolhos e em Búzios.

Reef Check no Recife de Fora (BA)

Desde 2005, cinco pontos do Recife de Fora são monitorados pelo Programa de Monitoramento dos Recifes de Coral do Brasil, e o Projeto Coral Vivo sempre contribui, assim como ocorreu em abril deste ano. Mais conhecido como Reef Check Brasil, ele é o maior programa internacional de monitoramento de recifes de coral envolvendo mergulhadores recreacionais e cientistas marinhos. O líder da campanha no Recife de Fora é o coordenador regional do Reef Check na Bahia e Secretário de Meio Ambiente da Prefeitura de Caravelas (BA), Fábio Negrão. Em pranchetas, os participantes fazem anotações sobre a saúde dos recifes de coral e os dados são tabulados e monitorados anualmente. Das espécies de corais que ocorrem nos recifes rasos brasileiros, dez foram encontradas com branqueamento nos cinco pontos do Reef Check no Recife de Fora em 2016:Agaricia agaricites, Millepora alcicornis, Millepora nitida, Montastraea cavernosa, Mussismilia braziliensis, Mussismilia harttii, Mussismilia hispida, Porites astreoides, Porites branneri, Siderastrea stellata. O Reef Check é realizado pelo ICMBio/MMA, com a coordenação técnica do Departamento de Oceanografia da Universidade Federal de Pernambuco, e conta com uma série de parceiros. 

Branqueamento de corais

O branqueamento acontece quando as microalgas simbiontes – chamadas de zooxantelas e que dão cor ao tecido quase transparente do coral – são expulsas por conta de estresses como aquecimento, acidificação da água ou poluição. Assim, o esqueleto calcário fica visível atrás do tecido quase transparente. “Quanto mais intenso e duradouro for o evento estressante, maior é a chance da colônia de coral adoecer e morrer”, explica o coordenador geral do Projeto Coral Vivo e professor do Museu Nacional/UFRJ, o biólogo marinho Clovis Castro.

Sobre o Projeto Coral Vivo

O Projeto Coral Vivo é patrocinado pela Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental e trabalha com pesquisa, educação, comunicação e políticas públicas para a conservação e o uso sustentável dos ambientes recifais do Brasil. Ele faz parte da Rede Biomar, junto com os projetos Albatroz, Baleia Jubarte, Golfinho Rotador e Tamar. Todos patrocinados pela Petrobras, eles atuam de forma complementar na conservação da biodiversidade marinha do Brasil, trabalhando nas áreas de proteção e pesquisa das espécies e dos habitats relacionados. As ações do Coral Vivo são viabilizadas também pelo copatrocínio do Arraial d’Ajuda Eco Parque, e realizadas pela Associação Amigos do Museu Nacional (SAMN) e pelo Instituto Coral Vivo (ICV).

Mais informações na página www.fb.com/CoralVivo e no site www.coralvivo.org.br.

FONTE: Envolverde.

ABERTA A CONSULTA PÚBLICA PARA O DECRETO QUE REGULAMENTA A LEI DE BIODIVERSIDADE – 13.123

Capa do livro do professor do Projeto de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira - PROBIO.
Em 5 de abril, a Casa Civil da Presidência da tornou público o projeto de Decreto queregulamenta a Lei no 13.123, de 20 de maio de 2015, que dispõe sobre o acesso ao patrimônio genético, sobre a proteção e o acesso ao conhecimento tradicional associado e sobre a repartição de benefícios para conservação e uso sustentável da biodiversidade.

O texto encontra-se disponível aqui . É considerado essencial que todos tomem conhecimento da regulamentação que está sendo proposta para a nova Lei da Biodiversidade e enviem suas considerações ao Ministério até o dia 2 de maio próximo, para o site www.participa.br ou e-mail patrimoniogenetico@presidencia.gov.br.

Esta lei atinge toda e qualquer pesquisa científica realizada com a biodiversidade brasileira, independentemente de envolver ou não estudos genéticos. Envolve também pesquisas com dados já compilados, sequências já publicadas, etc. Todos deverão se adequar à nova Lei, então é importante conhecê-la e participar na construção da regulamentação.

Em palestra realizada neste mês na Universidade Federal do Paraná - UFPR, a Dra. Manuela Silva, da FIOCRUZ, chamou atenção para que todos solicitem, nas medidas transitórias, uma anistia para a divulgação de dados de pesquisa desde o dia 17 de novembro de 2015 até a promulgação desta regulamentação. Como o cadastro do Sisgen ainda não está implementado, a rigor ninguém poderia estar divulgando resultados de pesquisa (congresso, publicações etc), sem ter antes registrado o projeto que deu origem aos dados, mesmo que iniciado anteriormente à lei.

Quatro mil integrantes do MST ocupam a governadoria do Estado da Bahia


"Não aceitamos mais a morosidade que a pauta dos trabalhadores e trabalhadoras Sem Terra vem sendo tratada pelo governador Rui Costa”, disse Evanildo Costa, da direção nacional do MST, na manhã do dia 25/04, durante ocupação à governadoria do Estado da Bahia. De acordo com Costa, são mais de quatro mil Sem Terra, que estão mobilizados na capital baiana desde o dia 16 de abril, denunciando a violência no campo, defendendo a democracia e exigindo uma resposta à pauta de reivindicação entregue ao governo em março de 2015.

De acordo com Lucineia Durães, da direção estadual do MST, é inaceitável que a reforma agrária esteja paralisada e que a pauta dos trabalhadores esteja sendo tratada com descaso. “O compromisso assumido publicamente na frente de mais de seis mil Sem Terra pelo governador precisa ser cumprido. Não sairemos daqui enquanto nossa pauta for atendida”, enfatiza.

mstgovd1Para Paulo César, também da direção estadual, da pauta entregue no ano passado não pode ser retirada nenhuma vírgula. “Continuaremos em luta sem desanimar, pois nossas marchas reivindicam a melhoria de vida dos trabalhadores Sem Terra”, assegura. “A ação faz parte da Jornada Nacional de Lutas em defesa da Reforma Agrária, que está mobilizando milhares de Sem Terra em todo Brasil contra o agronegócio e pela democratização da terra”, completa. 

FONTE: Da redação Teixeira News, texto completo disponível também aqui.

Tocha límpica vai percorrer cidades da Bahia entre os dias 19 e 27 de maio

A Bahia vai receber a tocha olímpica entre os dias 19 e 27 de maio. O roteiro oficial do percurso da Chama foi divulgado no dia 24/04, pelo Comitê Rio 2016. Serão 27 cidades baianas que vão receber a tocha, que inicia o revezamento no país no dia 3 de maio, até a chegada da chama ao Rio de Janeiro, sede dos Jogos Olímpicos 2016, terão sido percorridas 329 cidades em 95 dias, mostrando a diversidade nacional.

Mais de 20 mil quilômetros de estradas, além de 10 mil milhas aéreas, fazem parte do roteiro da tocha, que será carregada por 12 mil condutores, mudando de mãos a cada 200 metros.

No litoral, além da capital, estão contempladas cidades como Santa Cruz Cabrália e Porto Seguro, e locais como Morro de São Paulo. No interior, foram escolhidas as cidades de Feira de Santana e Vitória da Conquista. Em Lençóis, haverá uma operação especial, com surpresa que ressalta as belezas da Chapada Diamantina. E, às margens do Rio São Francisco, Juazeiro e Paulo Afonso também vão receber a chama olímpica. 

As chamadas 'Cidades Celebração', onde a tocha pernoitará na Bahia, são Porto Seguro, Vitória da Conquista, Ilhéus, Valença, Salvador, Senhor do Bonfim e Paulo Afonso. Durante as Olimpíadas, a capital baiana vai receber três rodadas duplas de futebol masculino, duas rodadas duplas de futebol feminino, uma partida das quartas de final masculina e outra feminina.

Vale lembrar que a seleção brasileira olímpica vai jogar na Arena Fonte Nova, no dia 10 de agosto, contra adversário ainda a ser definido. O sorteio das chaves está marcada para 14 de abril, no Rio de Janeiro.

Confira o roteiro na Bahia:

19/05/2016 – BA – Teixeira de Freitas, Itamaraju, Santa Cruz Cabrália, Porto Seguro
20/05/2016 – BA – Eunápolis, Itapetinga, Vitória da Conquista
21/05/2016 – BA – Itambé, Floresta Azul, Ibicaraí, Itabuna, Ilhéus
22/05/2016 – BA – Itacaré, Camamu, Ituberá, Cairu, Valença
23/05/2016 – BA – Lençóis
24/05/2016 – BA – Salvador
25/05/2016 – BA – Feira de Santana, Riachão do Jacuípe, Capim Grosso, Senhor do Bonfim
26/05/2016 – BA – Jaguarari, Juazeiro, Sobradinho
27/05/2016 – BA – Paulo Afonso

FONTE: IBahia.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

UFSB define processo seletivo exclusivo para povos indígenas

Os estudantes indígenas da região devem ficar atentos para o edital 09/2016, que oferece 33 vagas de acesso exclusivo para a Área Básica de Ingresso nos Colégios Universitários da Universidade Federal do Sul da Bahia. O período de inscrições estará aberto de 25 de abril até as 23h59 do dia 05 de maio de 2016.
Para se inscrever no processo seletivo, é preciso acessar o formulário online emhttp://selecao.ufsb.edu.br/supranumerarias no período indicado no edital. As vagas estão distribuídas entre os campi da UFSB em Itabuna, Porto Seguro e Teixeira de Freitas e nos colégios universitários em Coaraci, Ibicaraí, Ilhéus, Itabuna, Itamaraju, Porto Seguro, Teixeira de Freitas e Santa Cruz Cabrália.
Classificação e Matrículas
A classificação será feita pelas notas obtidas nas provas do Exame nacional do Ensino Médio, o Enem, em 2014 ou 2015. É possível usar a nota mais alta para a inscrição.
O resultado da classificação será divulgado no portal da UFSB, em ufsb.edu.br, na data provável de 9 de maio. Quem for selecionado vai começar a estudar na UFSB sem precisar sair de sua cidade no primeiro ano e pode escolher entre as vagas nos bacharelados interdisciplinares e nas licenciaturas interdisciplinares.
A fase de matrículas é presencial e deve ocorrer de 16 a 18 de maio no próprio colégio universitário ou campus no qual a pessoa obteve classificação.
A documentação exigida, distribuição das vagas e mais informações podem ser buscadas no edital 09/2016, no portal da UFSB. O edital também está divulgado nos perfis oficiais nas redes sociais Facebook e Twitter.
FONTE: UFSB

Relatório da Marinha aponta 4 metais pesados na foz do Rio Doce

Análise mostra alta concentração de arsênio, manganês, selênio e chumbo

Quatro metais pesados em alta concentração foram encontrados na área da foz do Rio Doce, segundo o relatório produzido pela Marinha do Brasil. O resultado da pesquisa, que ficou sob sigilo durante três meses, foi liberado nesta terça-feira (19) pelo Ibama para a reportagem de A GAZETA.

O relatório se baseia nas amostras coletadas pelo navio Vital de Oliveira, em novembro do ano passado. Apesar da expedição ter sido motivada pelo rompimento das barragens em Mariana, o resultado não aponta que a contaminação veio dos rejeitos da lama.

O cenário da área pesquisada na época revela a concentração de Arsênio, Manganês, Selênio e Chumbo acima do limite estabelecido pela resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). O diagnóstico identifica alta concentração de metais em duas regiões: na de águas salinas do tipo I, que corresponde a área marítima próxima à foz, e na água doce, coletada no Rio Doce.

Na água salina, há alta concentração de Arsênio, Manganês e Selênio. Já no Rio Doce, além do Manganês e Selênio, também foi encontrado Chumbo. A concentração dos metais apresentaram resultados diferentes, apesar das amostras 005/2015 e 006/2016 serem colhidas no dia 19 de novembro e na mesma região. Em ambas, o Manganês apresentou concentração duas mil vezes maior na água doce do que o limite estabelecido pelo Conama, de 100 mg/litro. Já o Chumbo e o Selênio apresentam alta concentração em somente uma das amostras.

CONSEQUÊNCIAS

A professora de Ecologia Sigrid Costa classificou os resultados como preocupantes, devido ao riscos que os metais, em excesso, podem causar ao corpo. “O chumbo, em qualquer proporção, traz prejuízos ao ser humano, assim como o Arsênio, que é considerado tóxico e atinge o sistema nervoso e consequentemente vários sistemas. Já o Manganês dificulta a captação de oxigênio e o Selênio causa problemas de pele”, declarou.

Sigrid também alerta para a necessidade de atuação dos órgãos públicos, diante do resultado. “A população precisa ser informada sobre a pesquisa. Ela impacta diretamente na vida das pessoas”, enfatizou.

O próprio relatório sugere, nas considerações finais, que “os impactos do acúmulo dos metais, principalmente aqueles em maiores concentrações, deve ser objeto de acompanhamento pelos órgãos públicos competentes”.

Marinha e Iema não divulgam relatório

Mesmo com a retirada do sigilo da pesquisa realizada pelo navio da Marinha do Brasil na foz do Rio Doce, o Instituto Estadual e Meio Ambiente (Iema) e a própria Marinha se recusaram a liberar os resultados do relatório para a reportagem.

Desde ontem, o documento não é mais classificado como reservado e qualquer pessoa pode ter acesso aos dados. Apesar disso, ao serem novamente demandados, Iema e Marinha iniciaram um jogo de empurra-empurra. Por meio de nota, o Iema informou que por respeito institucional não entregaria um documento produzido pela Marinha, e que o órgão deveria ser procurado. Já a Marinha disse que a demanda deveria ser encaminhada ao órgão competente para o qual o relatório foi produzido.

LEI DE ACESSO

No mês passado, usando a Lei de Acesso à Informação, o representante da Ong Transparência Capixaba, Edmar Camata, solicitou os resultados da pesquisa. Porém, ele foi informado que a informação estava em sigilo, o que motivou cobranças de A GAZETA por explicações.

A Lei de Acesso a Informação é um dos meios que possibilita qualquer pessoa a receber informações públicas. Ela estabelece que se a informação já estiver disponível, ela deve ser enviada imediatamente. Caso contrário, há um prazo de 20 dias.

Apesar disso, o professor de Direito Constitucional Cláudio Colnago, ressalta que as informações de interesse público devem ter divulgação proativa, como é o caso da pesquisa da Marinha. “A regra é a publicidade das informações, pois a lei estabelece que informações públicas têm que ser disponibilizadas de maneira espontânea. Porém, como isso não foi feito, a Lei de Acesso deve ser utilizada”, disse.

ICMBio: peixes foram contaminados

Em março deste ano, A GAZETA revelou com exclusividade o primeiro laudo produzido pelo ICMBio sobre a contaminação por metais de alguns peixes do Rio Doce. Em alguns casos, a concentração ultrapassava os limites permitidos por legislação em até 140 vezes.

Entre os metais encontrados em alta concentração nos peixes estavam Arsênio, cádmio, chumbo. As conclusões do documento produzido pelo ICMBio não deixaram dúvidas: “Há contaminação da água com metais acima dos limites permitidos pela Resolução 357, do Conama”. E mais: “Há contaminação de pescados (peixes e camarões) acima dos limites permitidos pela Resolução 42, da Anvisa”.

Outro Lado: Samarco diz que não teve acesso a relatório

“A Samarco informa que não teve acesso ao relatório da Marinha. Os resultados atuais da qualidade do ambiente marinho mostram que não há ocorrência significativa dos metais como arsênio, selênio e chumbo acima do limite estabelecido pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente, nível 1. As diferentes conclusões entre os dois planos de monitoramento podem estar relacionadas aos diferentes períodos analisados. Além disso, análises realizadas em meados de novembro indicam alteração momentânea na concentração de metais. Mas no mesmo período analisado pela Marinha, em dezembro, a água já encontrava-se em condições semelhante aos padrões de 2010, evidenciado no relatório do Serviço Geológico do Brasil, emitido em 15/12/15”

FONTE: A Gazeta, texto completo disponível também aqui.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Lagosta brasileira sofre com aumento de rejeições sanitárias nos EUA

O anúncio de que a fiscalização de pescado seria mais intensa em 2016 já havia sido antecipado no ano passado, mas os brasileiros não esperavam tamanho rigor do Food and Drug Administration (FDA), a Anvisa norte-americana.

Só em março deste ano, o FDA recusou 208 itens de pescado distintos, um aumento de 36% nas rejeições do mesmo mês do ano passado. E o produto com maior aumento de rechaço foi a lagosta brasileira (conhecida lá como spiny lobster), segundo apurou o portal Seafoodnews.com.

Aparentemente, o FDA está rejeitando as lagostas por conta de preocupações com a condição sanitária: o argumento usado é filth (imundície, em uma tradução livre). O total de rejeições superou 100 itens em 2016, ante apenas 1 rechaço no primeiro trimestre de 2015.

De acordo com Paulo Gustavo, diretor-executivo da Qualimar, o problema remonta ao ano passado. “Desde a safra passada, as empresas brasileiras têm sofrido com o aumento da fiscalização do FDA em portos americanos. Essa fiscalização é feita através de um teste sensorial onde depois de detectado um odor acentuado no produto, este não é autorizado”, conta.

Segundo o executivo, os empresários de lagostas e seus clientes estão receosos. “Devido à incerteza desta fiscalização. [como] método preventivo a este cenário, iremos receber um ex-agente do FDA para nos orientar em como ter um produto de melhor qualidade”, indica.

Para Alexandre Reis, da Bomar, que também exporta lagostas brasileiras mas atualmente com foco maior na Ásia, o problema está na tradição da pesca estar focada na cauda. “A lagosta brasileira já chega descabeçada do barco, que passa muitos dias no mar, já com a qualidade baixa.”

Por este motivo, ele alega que o atenção da empresa está voltada à lagosta inteira. “Recebemos a lagosta inteira viva, buscando mais o mercado asiático. A pouca cauda que entra somos muito exigentes e compramos pouco, porque não aceitamos a qualidade do que tem vindo da praia”, relata. “Se não mudar a pesca da lagosta de cauda para a inteira, vai continuar esse problema de rechaço do FDA. Acredito que, em 2016, muita gente vai quebrar a cara nos EUA”, conclui.

FONTE: SEAFOOD Brasil, texto disponível também aqui