Um espaço para conhecer e se informar sobre os temas relacionados à região de Caravelas, extremo sul da Bahia, local de uma rica história, muita cultura, gente acolhedora, pescadores e pescadoras artesanais, marisqueiras, manguezais, rica biodiversidade, berçário das baleias Jubarte e porta de entrada para o Parque Nacional Marinho dos Abrolhos.
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quinta-feira, 13 de setembro de 2012
sábado, 8 de setembro de 2012
Feira de Saberes e Sabores de Caravelas
Agricultores familiares e artesãos de Caravelas puderam comercializar seus produtos na 1ª Feira de Saberes e Sabores de Caravelas, que aconteceu nos dias 6, 7 e 8 de setembro em frente à Praça de Alimentação, no centro da cidade. A organização foi do Projeto Conviver junto com as associações de agricultores familiares, apicultores e artesãos de Caravelas, com apoio de diversas organizações, um sucesso!
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Concurso de Desenho sobre Pesca Responsável
Pessoal, está aberto o Concurso Internacional de Desenho: “Proteger nossas pescarias - herdar um mundo mais saudável”. Ele é organizado pela FAO, que é a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação e vai premiar crianças e jovens de 6 a 20 anos de idade. O desenho deve refletir questões relacionadas à importância da pesca responsável. o desenho poderá ser usado para fazer emblemas/distintivos pequenos e posters grandes, por isso devem ser utilizadas cores contrastantes. Os participantes podem usar materiais de desenho de qualquer tipo: canetas hidrocor, lapis de cor, tintas, com exceção de giz de cera. Os participantes também podem usar programas gráficos de computador. Os desenhos devem ser criação original da criança ou do jovem. O prazo para a inscrição é 30 de novembro de 2012. A avaliação dos desenhos será feita por funcionários FAO e da Rede e designers gráficos e os prêmios serão em dólar, sendo US$ 250 para o vencedor de cada faixa etária (6-10, 11-15 e 16-20 anos de idade), US$ 150 para o segundo colocado de cada faixa etária e o terceiro melhor desenho de cada faixa etária será premiado com US$ 100.
Para mais informações, veja aqui.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Mulheres rurais ganham projeto de inclusão social e produtiva
Trabalhadoras rurais, quilombolas, indígenas, entre outros segmentos de mulheres, serão beneficiados com o Projeto Margaridas, voltado exclusivamente à inclusão social e produtiva do público feminino da Bahia. A iniciativa foi lançada nesta quarta-feira (15), em Salvador, com a presença de representantes do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), da Secretaria Estadual de Políticas para as Mulheres (SPM) e órgãos parceiros.
Com previsão de contemplar mais de 21 mil mulheres nos 27 territórios de identidade, o projeto contará com recursos na ordem de R$ 3,6 milhões, oriundos do governo federal e contrapartida do Estado. Durante o evento, a secretária Lúcia Barbosa assinou termos de cooperação com demais órgãos estaduais para execução das ações.
As ações incluem um grande número de benefícios, a exemplo de emissão de documentos das trabalhadoras do campo, acesso ao crédito e assistência técnica rural, capacitação, apoio à formalização de grupos produtivos e palestras sobre prevenção à violência.
Autonomia
Lúcia Barbosa classificou o projeto como uma política pública importante para a qualidade de vida das beneficiárias. “Historicamente, no meio rural, as mulheres são as mais afetadas pela extrema pobreza. O projeto será um importante instrumento da autonomia das trabalhadoras e enfrentamento às desigualdades”.
Para a diretora de Políticas para Mulheres Rurais do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Andrea Butto, a forma democrática de construção do projeto é um diferencial importante. “A pluralidade é fundamental pela organização social que existe no estado”.
Lembrando a história da sindicalista rural Margarida Alves, que inspirou o nome do projeto, diversos grupos organizados do interior comemoraram a anúncio das ações. “É um momento ímpar para os movimentos de mulheres da Bahia”, afirmou a integrante do Movimento de Mulheres Camponesas de Caetité, a 757 quilômetros da capital, Neli Rodrigues.
FONTE: Secom Gov. Est. Bahia.
Com previsão de contemplar mais de 21 mil mulheres nos 27 territórios de identidade, o projeto contará com recursos na ordem de R$ 3,6 milhões, oriundos do governo federal e contrapartida do Estado. Durante o evento, a secretária Lúcia Barbosa assinou termos de cooperação com demais órgãos estaduais para execução das ações.
As ações incluem um grande número de benefícios, a exemplo de emissão de documentos das trabalhadoras do campo, acesso ao crédito e assistência técnica rural, capacitação, apoio à formalização de grupos produtivos e palestras sobre prevenção à violência.
Autonomia
Lúcia Barbosa classificou o projeto como uma política pública importante para a qualidade de vida das beneficiárias. “Historicamente, no meio rural, as mulheres são as mais afetadas pela extrema pobreza. O projeto será um importante instrumento da autonomia das trabalhadoras e enfrentamento às desigualdades”.
Para a diretora de Políticas para Mulheres Rurais do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Andrea Butto, a forma democrática de construção do projeto é um diferencial importante. “A pluralidade é fundamental pela organização social que existe no estado”.
Lembrando a história da sindicalista rural Margarida Alves, que inspirou o nome do projeto, diversos grupos organizados do interior comemoraram a anúncio das ações. “É um momento ímpar para os movimentos de mulheres da Bahia”, afirmou a integrante do Movimento de Mulheres Camponesas de Caetité, a 757 quilômetros da capital, Neli Rodrigues.
FONTE: Secom Gov. Est. Bahia.
Monitoramento dos botos no estuário do Rio Caravelas preocupa
Desde 2002, o Instituto Baleia Jubarte vem realizando o monitoramento dos botos no estuário do Rio Caravelas e áreas adjacentes através do Projeto Boto Sotalia do Sul da Bahia. Tal projeto nasceu de uma condicionante imposta pelo IBAMA em decorrência da construção de um terminal marítimo para transporte de madeira e da dragagem do canal principal do estuário.
O boto, Sotalia guianensis, é um pequeno mamífero marinho de hábitos costeiros, cuja distribuição estende-se desde Honduras na América Central até Santa Catarina no Sul do Brasil. O monitoramento tem como objetivo obter informações sobre os indivíduos avistados no Rio Caravelas e áreas vizinhas, bem como detectar variações na abundância e no uso espacial da área pelos botos, além de investigar possíveis impactos decorrentes das atividades humanas aqui desenvolvidas.
Dentre as informações levantadas até o momento, sabe-se que uma população de aproximadamente 139 botos pode ser encontrada o ano inteiro na área monitorada, concentrando-se principalmente na entrada do estuário. Estes animais passam a maior parte do tempo alimentando-se de peixes como a tainha, a manjuba, a corvina e o linguado e também de lulas e de camarões.
A frequência com que os botos vêm sendo avistados vem decaindo desde o início do monitoramento. Esta diminuição pode ser decorrente da morte de animais, decréscimo da natalidade ou abandono da área pelos animais, efeitos que podem ser ocasionados por atividades humanas como emalhamento acidental, atropelamento por embarcações, poluição sonora e alterações no habitat, atuando isoladamente ou em conjunto.
Como as respostas a determinados impactos nem sempre são imediatas e claras, e o isolamento das diversas variáveis que influenciam a dinâmica comportamental e populacional de mamíferos marinhos é geralmente complicado, atividades de monitoramento devem abranger séries temporais e esforços adequados para que conclusões sejam efetivas.
FONTE: Texto de Beatriz Barbato, Bióloga do Instituto Baleia Jubarte e Coordenadora do Projeto Boto Sotalia do Sul da Bahia, disponível no CaravelasNews.
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Consulta Pública sobre as Áreas de Alto Valor de Conservação da Fibria
A Fibria está realizando uma consulta pública sobre os critérios utilizados para a identificação de suas Áreas de Alto Valor de Conservação e o manejo adotado para a melhoria e/ou manutenção dos atributos de Alto Valor de Conservação (AVCs) presente nessas áreas. Para acessar a consulta clique aqui, as contribuições serão aceitas até o dia 25 de setembro.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Bahia lança fórum para combater os impactos dos agrotóxicos
A Bahia passou a ser o quarto estado da Federação a implantar o Fórum de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos (FBCA). A instalação do colegiado foi realizada em uma audiência pública ocorrida na manhã de terça-feira (31), no auditório do Ministério Público do Trabalho, em Salvador.
A criação do grupo, formado por organismos públicos, entidades não governamentais e sociedade civil, tem como o objetivo limitar os impactos causados pelo uso de agrotóxicos e, ao mesmo tempo, repensar o uso dos venenos. Os estados do Rio de Janeiro, Pernambuco e Mato Grosso já possuem seus espaços de discussão.
A implantação do FBCA foi iniciada na Bahia em novembro do ano passado e reúne no primeiro momento nove entidades (relação abaixo). Durante a audiência pública foi aprovado o Regimento Interno e eleito o coordenador geral, promotor do Ministério Público do Trabalho (MPT), Pedro Luiz Serafim; a coordenadora adjunta, promotora do Ministério Público Estadual, Luciana Khoury e do secretário executivo, analista técnico do Crea-BA, engenheiro agrônomo Fábio Barros.
Além da composição da coordenação, foram constituídas as comissões temáticas: Estudo, Pesquisa e Extensão; Comunicação e Difusão da Informação; Interiorização das Ações e Ouvidoria Popular e Fiscalização e Controle Social. Também foi apreciado o plano de ação do fórum, incluindo a agenda de eventos.
Compromisso compartilhado
A implantação do FBCA foi iniciada na Bahia em novembro do ano passado e reúne no primeiro momento nove entidades (relação abaixo). Durante a audiência pública foi aprovado o Regimento Interno e eleito o coordenador geral, promotor do Ministério Público do Trabalho (MPT), Pedro Luiz Serafim; a coordenadora adjunta, promotora do Ministério Público Estadual, Luciana Khoury e do secretário executivo, analista técnico do Crea-BA, engenheiro agrônomo Fábio Barros.
Além da composição da coordenação, foram constituídas as comissões temáticas: Estudo, Pesquisa e Extensão; Comunicação e Difusão da Informação; Interiorização das Ações e Ouvidoria Popular e Fiscalização e Controle Social. Também foi apreciado o plano de ação do fórum, incluindo a agenda de eventos.
Compromisso compartilhado
O coordenador do colegiado Pedro Serafim informou que não existe uso seguro do agrotóxico e que o governo brasileiro incentivou na época da Revolução Verde o uso do que na época era chamado de “defensivo agrícola”. “O Brasil desde 2008 é o país que mais se consome o produto. Articular essa rede é importante porque vai investigar não só o uso, mas os efeitos causados pelo veneno ao meio ambiente e à vida das pessoas”, ressalta.
Sobre a participação do Crea-BA, Serafim destacou que o Conselho baiano servirá de exemplo em nível nacional, pois na implantação de fóruns nos outros estados não foi possível que os regionais assumissem a secretaria executiva dos trabalhos. “O Crea-BA realiza em parceria com outros órgãos a Fiscalização Preventiva Integrada há 10 anos. Um trabalho louvável que presta um grande serviço à sociedade”, enfatiza.
O presidente do Crea-BA, engenheiro mecânico Marco Amigo, colocou que um dos objetivos do Crea é servir à sociedade e por esta razão enquanto gestor do Regional sente-se agradecido e obrigado a compor o fórum. “Uma instituição não pode deixar de informar a sociedade. O Crea, por meio da FPI, tem como tarefa informar, conscientizar e garantir a saúde da população do estado”, frisa.
Agroecologia - Representando a sociedade civil, Rafael Rodrigues, que coordena a campanha Contra o Agrotóxico e Pela Vida, lembrou que 20% de todo o agrotóxico do planeta são consumidos no Brasil e reiterou a importância humana e política do fórum. Chamou a atenção para o incentivo a agricultura familiar orgânica. “O estado possui mais de 635 mil pessoas dispostas a mudar o rumo da agricultura por meio da agroecologia e da agricultura familiar”.
A promotora Luciana Khoury socializou números da última FPI, realizada semana passada em Juazeiro. “Dos 42 empreendimentos que comercializam agrotóxicos na região, visitados em 2010, apenas quatro não estavam cumprindo o que foi pactuado no Termo de Ajustamento de Conduta desdobrado pelo Ministério Público. “É um resultado concreto, mas precisamos agora fazer um link dos problemas de saúde relacionados ao uso do agrotóxico”, sugere.
Sobre a participação do Crea-BA, Serafim destacou que o Conselho baiano servirá de exemplo em nível nacional, pois na implantação de fóruns nos outros estados não foi possível que os regionais assumissem a secretaria executiva dos trabalhos. “O Crea-BA realiza em parceria com outros órgãos a Fiscalização Preventiva Integrada há 10 anos. Um trabalho louvável que presta um grande serviço à sociedade”, enfatiza.
O presidente do Crea-BA, engenheiro mecânico Marco Amigo, colocou que um dos objetivos do Crea é servir à sociedade e por esta razão enquanto gestor do Regional sente-se agradecido e obrigado a compor o fórum. “Uma instituição não pode deixar de informar a sociedade. O Crea, por meio da FPI, tem como tarefa informar, conscientizar e garantir a saúde da população do estado”, frisa.
Agroecologia - Representando a sociedade civil, Rafael Rodrigues, que coordena a campanha Contra o Agrotóxico e Pela Vida, lembrou que 20% de todo o agrotóxico do planeta são consumidos no Brasil e reiterou a importância humana e política do fórum. Chamou a atenção para o incentivo a agricultura familiar orgânica. “O estado possui mais de 635 mil pessoas dispostas a mudar o rumo da agricultura por meio da agroecologia e da agricultura familiar”.
A promotora Luciana Khoury socializou números da última FPI, realizada semana passada em Juazeiro. “Dos 42 empreendimentos que comercializam agrotóxicos na região, visitados em 2010, apenas quatro não estavam cumprindo o que foi pactuado no Termo de Ajustamento de Conduta desdobrado pelo Ministério Público. “É um resultado concreto, mas precisamos agora fazer um link dos problemas de saúde relacionados ao uso do agrotóxico”, sugere.
FONTE: Texto de Nadja Pacheco, do Crea-BA, disponível aqui.
TED: Como nós destruímos o oceano
Vídeo muito interessante onde Jeremy Jackson relata, apoiado em gráficos e estatísticas, qual é o ritmo da marcha da destruição da vida nos mares. Assista clicando na imagem!
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Camponeses realizam feira da Reforma Agrária para comemorar seu dia na BA

A Feira Regional da Reforma Agrária, da Regional Extremo Sul do MST da Bahia, foi como os Sem Terra do estado resolveram comemorar o Dia do Trabalhador Rural, nesta quarta-feira (24). Durante todo o dia os assentados e acampados de Reforma Agrária vindos de 50 áreas da região comercializaram os frutos colhidos graças à luta pela terra. Nas mais de 50 barraquinhas e banquinhas espalhadas na praça central do município, os trabalhadores rurais puderam comemorar o seu dia compartilhando com os cidadãos de Itamaraju e visitantes o fruto do seu trabalho, sua cultura e sua mística. As feiras da Reforma Agrária no extremo sul da Bahia marcam a presença da produção de alimentos saudáveis dos assentamentos em contraponto ao monocultivo de eucalipto - que ocupa grandes extensões de terra na região - e à imagem negativa do MST veiculada na grande mídia.
“Os assentados de um modo geral comercializam seus produtos nas feiras livres, abastecem os municípios da região como Teixeira de Freitas, Eunápolis, Porto Seguro e Itamaraju, mas não tem uma identificação. A partir do momento que organizam a feira própria, expõe seus produtos e dialogam com a sociedade sobre a importância da Reforma Agrária”, comenta Evanildo Costa, dirigente regional do MST.
Ao mesmo tempo, como preparação para o próximo Congresso Nacional do MST que se realizará em 2013, durante a feira aconteceu um grande encontro com amigos do movimento, representantes da sociedade civil e de movimentos sociais populares, que dividiram suas análises de conjuntura, expectativas, visões sobre o papel da Reforma Agrária não só na região, mas como uma política pública e modelo de desenvolvimento social e econômico para o país. Durante as falas foram ressaltadas a importância do Movimento para democratização do acesso à terra e à educação na região, a importância da produção dos assentamentos para o abastecimento de alimentos saudáveis e sem agrotóxicos para as cidades da região que a cada dia se veem mais cercadas pelo monocultivo do eucalipto. Além disso, foi lembrado que este ano o MST da Bahia comemora seus 25 anos e que todos estão convidados para a grande festa que acontecera no Assentamento 4045, onde aconteceu a primeira ocupação organizada pelo movimento no estado.
FONTE: Texto de Renata F. Nogueira, da Página do MST, disponível aqui.
domingo, 15 de julho de 2012
Ministério do Meio Ambiente oferece financiamento para projetos de fortalecimento e capacitação para a produção sustentável, gestão ambiental territorial e promoção e aprimoramento econômico do setor agroextrativista.
O Programa de Apoio ao Agroextrativismo e aos Povos e Comunidades Tradicionais do Ministério do Meio Ambiente (MMA) lançou edital, no valor de R$ 500 mil, para financiamentos de projetos de fortalecimento e capacitação para a produção sustentável, gestão ambiental territorial e promoção e aprimoramento econômico do setor agroextrativista. Serão destinados até R$ 50 mil para projetos regionais e R$ 100 mil a nível nacional, a serem executados no prazo de seis meses.
O edital está estruturado em três bases temáticas: iniciativas de capacitação em produção sustentável, agroecologia e agrobiodiversidade, geração de renda e gestão ambiental do território para agricultores familiares, povos indígenas e povos e comunidades tradicionais; cadeias produtivas, mercados e iniciativas associadas ao agroextrativismo, à sociobiodiversidade e à agrobiodiversidade; políticas públicas de sustentabilidade sócio-econômica e ambiental para o agroextrativismo, agricultores familiares e povos e comunidades tradicionais e povos indígenas.
O recebimento de propostas será por meio de demanda espontânea até o encerramento dos recursos ou a critério do Departamento de Extrativismo do Ministério do Meio Ambiente. Podem enviar projetos ONGs, movimentos sociais e organizações comunitárias com atuação na área ambiental, socioambiental e de desenvolvimento. Para saber mais, clique aqui.
O edital está estruturado em três bases temáticas: iniciativas de capacitação em produção sustentável, agroecologia e agrobiodiversidade, geração de renda e gestão ambiental do território para agricultores familiares, povos indígenas e povos e comunidades tradicionais; cadeias produtivas, mercados e iniciativas associadas ao agroextrativismo, à sociobiodiversidade e à agrobiodiversidade; políticas públicas de sustentabilidade sócio-econômica e ambiental para o agroextrativismo, agricultores familiares e povos e comunidades tradicionais e povos indígenas.
O recebimento de propostas será por meio de demanda espontânea até o encerramento dos recursos ou a critério do Departamento de Extrativismo do Ministério do Meio Ambiente. Podem enviar projetos ONGs, movimentos sociais e organizações comunitárias com atuação na área ambiental, socioambiental e de desenvolvimento. Para saber mais, clique aqui.
FONTE: Texto de Carlos Américo, da SEDR.
O maior complexo eólico da América Latina foi inaugurado na Bahia
A Bahia é uma das referências nacionais em produção de energia limpa. A importância do estado é ainda maior após a inauguração do complexo eólico Alto Sertão I, que abrange três cidades e é considerado o maior da América Latina. Ao todo o projeto recebeu investimento de R$ 1,2 bilhão, usados na construção de 12 parques eólicos e 184 aerogeradores. A capacidade de produção é de 300 megawatts e, além do benefício ambiental, a estrutura foi capaz de proporcionar 1.300 novos empregos para a região de Caetité, Igaporã e Guanambi. Com todo o potencial de produção do Alto Sertão I seria possível produzir energia para abastecer uma cidade com até dois milhões de habitantes. Outros 15 parques ainda devem ser agregados ao complexo até o final de 2014.
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Porque a aroeira está diminuindo?
A aroeira é uma espécie vegetal nativa da região e amplamente utilizada na culinária internacional, o que tem causado um considerável aumento da procura desta espécie. Em nossa comunidade quem compra é uma empresa exportadora procedente do estado do Espírito Santo. O Jornal O Samburá vem trazer novamente esta discussão, pois o texto publicado no ano passado rendeu um trabalho muito importante feito pelos alunos do 7º ano da Escola Municipal José Luiz de Souza junto com a professora de Ciências Aniela Moretti Manço. O Projeto fez parte do Programa Professores no Parque, realização do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos junto com diversos parceiros.
Durante as atividades do Projeto, os alunos fizeram uma visita ao Cepene para conhecer o Projeto Manguezal e o Viveiro de Mudas Tadeu Mussi de Andrade, recebendo noções sobre conservação da natureza. Na escola fizeram a leitura e interpretação da reportagem “Aroeira movimenta mercado nacional e internacional” publicada em Maio de 2011. Após a etapa de sensibilização, os alunos elaboram questões sobre a aroeira. Quatorze questões foram selecionadas para compor a entrevista que foi aplicada na comunidade da Barra. Após um total de 37 entrevistas, os alunos produziram gráficos, além de desenhos e rimas.
Entre os resultados obtidos, algumas questões chamaram a atenção. Entre as respostas dos entrevistados, a maioria respondeu que notou que a quantidade de aroeira diminuiu na Barra, disseram que para não diminuir a quantidade de aroeira deve-se somente cortar as pontas da árvore, no entanto, alguns responderam que cortam os galhos inteiros. Muitos não sabem pra onde vai a aroeira que o comprador leva. Com relação às dificuldades de se pegar aroeira, a maioria disse que tem medo de animais peçonhentos, de subir no pé e a distância para trazer os sacos também é ruim. Também se notou que a maioria dos entrevistados nunca ouviu falar de cooperativa de aroeira e nunca leram cartilha sobre a forma correta de se pegar.
Com a pesquisa, os alunos concluíram que é importante deixar frutos nas árvores para os pássaros se alimentarem e fazerem dispersão; cortar só as pontas dos galhos das árvores para não diminuir a quantidade de aroeira no próximo ano; que para evitar acidentes o correto é usar roupas adequadas para ir pegar aroeira e também usar um gancho, evitando subir no pé; que muitas pessoas que pegam aroeira não sabem que pode utilizá-la como tempero e que é valorizado no exterior e que é importante a organização da comunidade para aumentar o valor da aroeira e diminuir as dificuldades.
Estes resultados mostram que a comunidade da Barra necessita de mais informações para acontecer uma melhoria na atividade de coleta de aroeira e, até mesmo, para aumentar a renda, conciliando os benefícios sócio-econômicos com o manejo sustentado, pois está muito evidente que a exploração está desordenada e prejudicial. É importante também lembrar que a aroeira encontrada em nossa região é de alta qualidade, pois produzida por árvores nativas e livre de pragas e doenças. Vamos valorizar o que é nosso!
FONTE: Texto de Aniela Moretti para o Jornal O Samburá, Edição 36, aqui.
sábado, 7 de julho de 2012
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Na TV, ministra Izabella defende Abrolhos e fala em criar mais UCs
É possível conciliar preservação e desenvolvimento? Esse foi o mote do programa Roda Viva, da TV Cultura de São Paulo, que foi ao ar às 22h na segunda-feira, 18, tendo como mote a realização no Brasil da Conferência da ONU para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, e entrevistada a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.Questionada sobre a possibilidade de o arquipélago de Abrolhos, na costa da Bahia, virar área de extração de petróleo, a ministra afirmou que, se depender dela, o local continua preservado e sai da rota de exploração. Ainda sobre áreas protegidas, ela afirmou que a intenção é criar unidades de conservação (UCs) de proteção integral no pantanal, no cerrado e na caatinga. “Temos que fazer estudos, minimizar conflitos [com posseiros]“, disse.
Fortaleciento do multilateralismo
A primeira pergunta abordou o documento final que será apresentado aos chefes de estado no primeiro dia da conferência de alto nível na Rio+20, amanhã (20/06). “Está havendo um processo de fortalecimento do multilateralismo, em torno de um paradigma que foi estabelecido na Rio-92. Economia verde, erradicação da pobreza e governança do desenvolvimento sustentável estão na base da discussão” respondeu. “Como fazer o manejo dos recursos naturais sem prejudicar o desenvolvimento, esse é um dos pontos fundamentais”.
A primeira pergunta abordou o documento final que será apresentado aos chefes de estado no primeiro dia da conferência de alto nível na Rio+20, amanhã (20/06). “Está havendo um processo de fortalecimento do multilateralismo, em torno de um paradigma que foi estabelecido na Rio-92. Economia verde, erradicação da pobreza e governança do desenvolvimento sustentável estão na base da discussão” respondeu. “Como fazer o manejo dos recursos naturais sem prejudicar o desenvolvimento, esse é um dos pontos fundamentais”.
Apresentado pelo jornalista Mario Sergio Conti, o programa contou com cinco entrevistadores: a repórter especial do jornal O Estado de S. Paulo, Marta Salomon; a editora assistente da revista UNESP Ciência, Martha San Juan França; o fundador e diretor da ONG Amigos da Terra – Amazônia Brasileira, Roberto Smeraldi; o editor de Ciência e Saúde do jornal Folha de S. Paulo, Reinaldo Lopes; e o editor de Internacional do jornal Valor Econômico, Humberto Saccomandi.
Em seguida, a repórter Marta Salomon questionou por que algumas decisões estão sendo adiadas para 2015. “A Rio+20 é uma conferência de partida. Não é para resolver crises de curto prazo, mas para trabalhar compromissos de longo prazo. 2015 é a data limite para os países em desenvolvimento atingirem os objetivos do milênio”, disse Izabella Teixeira.
Sem desculpa
Ousadia versus pragmatismo foi a questão seguinte. “Acho que uma coisa não exclui a outra. A presidenta Dilma [Rousseff] falou, no Dia do Meio Ambiente – 5 de junho –, que a crise mundial não é desculpa para os países não assumirem compromissos mais ousados. Na Rio+20, o Brasil acolhe os outros países e tem que ouvir a todos. Então, temos que ser pragmáticos, não vejo contradição. É impossível querer pensar em desenvolvimento econômico sem levar em conta o desenvolvimento sustentável”.
A jornalista Martha França trouxe uma reflexão sobre o tema meio ambiente parecer não estar integrado às outras pastas do governo. Segundo a ministra, houve uma evolução do tema no âmbito das políticas públicas. “Desde que assumi o Ministério do Meio Ambiente, abrimos 26 agendas bilaterais com outros ministérios. O Programa Bolsa Verde, por exemplo, integra a questão ambiental com a social, ao combater a miséria e incentivar a preservação ambiental junto à população rural”, exemplificou a ministra.
“Assinei, com o ministro Edson Lobão, de Minas e Energia, o primeiro ato normativo de petróleo e gás. Foram cinco anos de estudos preparatórios para chegar ao texto final. Também no Ministério da Ciência e Tecnologia temos uma agenda que começa a dar frutos. Junto ao Banco Central, também. O desafio é colocar a sustentabilidade no dia a dia de todo tomador de decisão”, enfatizou.
Belo Monte
Quando a Usina Hidrelétrica de Belo Monte foi citada, a ministra definiu a questão como emblemática. Segundo ela, todas as ações na justiça foram ganhas com base em questões técnicas analisadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama), focadas no plano de desenvolvimento regional no Xingu.
Sobre o Código Florestal, a ministra destacou o Cadastro Ambiental Rural (CAR), que está sendo feito pelos proprietários rurais e que permite a regularização das áreas de preservação permanente (APPs) e de reserva legal. “O governo analisou a estrutura fundiária do país. Setenta e seis por cento das terras estão nas mãos de menos de 10% dos produtores. O nosso incentivo é junto aos pequenos produtores, que são os que abastecem o país de alimentos. Com o CAR em dia, eles têm acesso ao crédito rural e podem reflorestar as áreas degradadas”.
IzabellaTeixeira afirmou que há vontade política e que o Brasil está em um novo momento. “A Lei [Código Florestal] é para convencer o produtor de que vale pena preservar. No Paraná, por exemplo, o programa do estado Água Boa oferece assistência técnica para que todos recuperem suas matas ciliares, porque isso aumenta a produtividade”.
Sobre a tramitação do Código Florestal no Congresso, a ministra afirmou que o governo vai trabalhar junto a uma comissão mista de senadores e deputados para construir o consenso e não permitir qualquer retrocesso.
À metade do programa, o tema foi a pressão do empresariado para novas hidrelétricas. Para Izabella Teixeira, o potencial energético da Amazônia é enorme, mas nem todo ele poderá ser aproveitado. “Vamos debater a eficiência da distribuição da energia. Como é a oportunidade de gerar energia mais barata num sistema baseado em tarifa, como conciliar os usos – esta discussão está na mesa e busca novos modelos”, disse. “Se depender do MMA, vamos buscar mais energia renovável e tirar a energia suja. Há um debate sobre as oportunidades em transformar energia eólica e solar em realidade complementar”.
Transporte
Quando o assuntou migrou para a redução de IPI, promovida pelo governo para favorecer a indústria automobilística, a ministra do Meio Ambiente ressaltou que a medida foi emergencial, de curto prazo, tomada no contexto da crise. “Na Rio +20, o debate é de longo prazo, como a questão da melhoria no transporte coletivo”. Ela citou, ainda, a renovação da frota de caminhões velhos, que reduziria as emissões de CO2.
Segundo a ministra, a questão dos combustíveis verdes, como o etanol (álcool derivado da cana de açúcar) em substituição à gasolina – derivada de combustível fóssil e mais poluente – está sendo discutida na formulação do Plano Nacional de Mudanças de Clima. “Meio ambiente não é da noite para o dia. Existe um tempo para estruturar”, acrescentou.
Já no final da entrevista, Izabella Teixeira lembrou que “tem muita coisa acontecendo no Brasil, precisamos mostrar. O Brasil tem 60% de cobertura florestal de pé. Mas tem que fazer mais”, enfatizou. “Temos que avançar na economia florestal estruturada. O desafio com a pecuária é enorme. Não tem sentido desmatar floresta para criar boi”.
Nesse momento, ela comemorou a meta divulgada pelo governo do Pará de atingir o desmatamento zero até 2020. “O que vale é a floresta em pé”. E o que cada um pode fazer pelo meio ambiente? – esta foi a última pergunta da rodada. A ministra respondeu: “Uma mudança de comportamento. Consumir melhor. Questionar de onde vem a energia, quanto custa, se tem eficiência. É preciso questionar para mudar o padrão”.
Após a entrevista, realizada em São Paulo, Izabella Teixeira retornou ao Rio de Janeiro para trabalhar no documento final da Rio+20, que será apresentado aos 130 chefes de estado que chegam à capital carioca nesta quarta-feira (20/06).
FONTE: Texto de Letícia Verdi para Ascom MMA, disponível também aqui.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Parque Nacional Marinho dos Abrolhos foi destaque no Programa Fantástico
A preservação na Região dos Abrolhos foi destaque no Programa Fantástico neste domingo (03/06). Além da importância da ampliação da área do Parnam e da proteção do Banco de Abrolhos como o maior refúgio de vida marinha da costa brasileira, o repórter Chico José mostrou curiosidades sobre a região, como a abertura da temporada 2012 das Baleias Jubarte, que já estão chegando à região, os chapeirões, que são colunas de coral de até 20 metros de altura que se erguem do fundo e se abrem em arcos perto da superfície, como imensos cogumelos submarinos e as buracas, áreas típicas de Abrolhos com cerca de 50 metros de diâmetro e 80 m de profundidade, ainda pouco estudadas, mas que vêm despertando a curiosidade de pesquisadores do mundo todo, pois parecem servir como pontos de refúgio e agregação de grandes cardumes, entre diversas outras qualidades ecológicas. Para assistir, clique na imagem abaixo!
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Governo da Bahia, MST, Esalq e Fibria lançam marco fundamental do Centro de Formação, Educação e Pesquisa em Agroflorestas
O Governo da Bahia, o Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST), a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq/USP) e a Fibria, parceiros no projeto “Assentamentos Sustentáveis com Agroflorestas e Biodiversidade”, lançaram ontem (31/05), o marco fundamental do Centro de Formação, Educação e Pesquisa em Agroflorestas no Assentamento Jaci Rocha, em Prado (BA).
A iniciativa, pioneira, visa dar às famílias do MST assentadas na região e a algumas comunidades de municípios do extremo sul baiano acesso à formação técnica, educacional e organizacional para a produção de alimentos com base nos princípios agroflorestais e agroecológicos e na organização social.
O histórico processo de desenvolvimento rural brasileiro e a luta pela Reforma Agrária no Extremo Sul da Bahia e a ocupação de seis fazendas da Empresa Fibria Celulose, pelo Movimento de Trabalhadores Sem Terra – MST, que desencadeou um diálogo entre a empresa e as famílias acampadas, intermediado pela Esalq/USP, com o decisivo apoio, do Governo da Bahia e do Governo Federal.
Esse diálogo definiu a elaboração do “Projeto Assentamentos Sustentáveis” voltado a organização e implantação de assentamentos que produzam alimentos tendo por base os princípios agroflorestais e agroecológicos e a construção de um Centro de Formação no qual, tanto as famílias acampadas, como as comunidades do entorno, possam ter acesso a formação profissionalizante, técnica, educacional e organizacional com base nos fundamentos da agroecologia, dos sistemas agroflorestais e da organização social.
Para ler o texto completo, clique aqui.
FONTE: ASCOM da FIBRIA
A iniciativa, pioneira, visa dar às famílias do MST assentadas na região e a algumas comunidades de municípios do extremo sul baiano acesso à formação técnica, educacional e organizacional para a produção de alimentos com base nos princípios agroflorestais e agroecológicos e na organização social.
O histórico processo de desenvolvimento rural brasileiro e a luta pela Reforma Agrária no Extremo Sul da Bahia e a ocupação de seis fazendas da Empresa Fibria Celulose, pelo Movimento de Trabalhadores Sem Terra – MST, que desencadeou um diálogo entre a empresa e as famílias acampadas, intermediado pela Esalq/USP, com o decisivo apoio, do Governo da Bahia e do Governo Federal.
Esse diálogo definiu a elaboração do “Projeto Assentamentos Sustentáveis” voltado a organização e implantação de assentamentos que produzam alimentos tendo por base os princípios agroflorestais e agroecológicos e a construção de um Centro de Formação no qual, tanto as famílias acampadas, como as comunidades do entorno, possam ter acesso a formação profissionalizante, técnica, educacional e organizacional com base nos fundamentos da agroecologia, dos sistemas agroflorestais e da organização social.
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FONTE: ASCOM da FIBRIA
terça-feira, 22 de maio de 2012
Fundo Brasileiro para Biodiversidade disponibiliza 6,6 milhões de reais
O Fundo Brasileiro para Biodiversidade (Funbio) abre duas chamadas para projetos de conservação, manutenção e restauração das florestas tropicais. Baseado no acordo bilateral chamado Tropical Forest Conservation Act (TFCA), entre Brasil e Estados Unidos, serão escolhidos, através destas chamadas , projetos que devem ser aplicados, em até 36 meses, em áreas com remanescentes dos biomas Mata Atlântica, Cerrado ou Caatinga.
A chamada 02/2012 para projetos de Investimento em Redes disponibilizará R$ 3,3 milhões em até 9 projetos, no período máximo de 36 meses. O objetivo desta chamada é selecionar projetos para o fortalecimento de Redes de ONGs na Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga de forma a fortalecer a sociedade civil, as sinergias e as trocas de informações entre as entidades ambientalistas desses biomas.
A chamada 03/2012 para projetos de Capacitação para Mobilização de Recursos Financeiros disponibilizará R$ 3,3 milhões em projetos de valor mínimo de R$ 100 mil, no período máximo de 24 meses. O objetivo desta chamada é selecionar projetos de capacitação para a mobilização de recursos financeiros, públicos ou privados, para os biomas Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga, de forma a fortalecer a sociedade civil e suas redes, proporcionando novas ações de conservação e restauração nesses biomas. Propostas são recebidas até o dia 25 de maio.
Capacitação de Conselheiros do Mosaico de Áreas Protegidas do Extremo Sul da Bahia
Os conselheiros e gestores integrantes do Conselho do Mosaico de Áreas Protegidas do Extremo Sul da Bahia participarão de uma capacitação, oferecida pelo Grupo Ambientalista da Bahia - GAMBA, com a co-realização do Comapes, nos dias 30 e 31 de maio, na sede da RPPN Veracel, em Porto Seguro. O evento trará especialistas de diferentes estados brasileiros para compartilhar experiências concretas de implementação e gestão ambiental compartilhada. O evento é gratuito e conta com parceria com a Conservação Internacional e com a colaboração da Veracel e GIZ.
FONTE: GAMBA, conheça aqui.
Inscrições do Edital da FAPESB foram prorrogadas até o dia 25/05

O edital da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (FAPESB) nº 004/2012 para o financiamento de projetos de pesquisa, desenvolvimento e transferência de tecnologias para a pesca e aquicultura no Estado da Bahia teve suas suas inscrições prorrogadas até o dia 25 de maio de 2012.
Para saber mais visite aqui.
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